IFS na Matec: uma nova etapa na integração dos processos
A Matec avança na implantação do IFS, reforçando integração entre áreas, padronização de rotinas e uma gestão cada vez mais estruturada.
A Matec está avançando na implantação do IFS, novo sistema que apoiará a gestão e a execução dos processos da companhia.
Mais do que uma mudança de ferramenta, o projeto envolve uma transformação na forma como as áreas trabalham, com foco em integração, padronização de rotinas e informações mais confiáveis.
Hoje, a implantação já alcançou 60% de avanço e entra em uma etapa especialmente importante: os testes.
É nesse momento que aquilo que foi mapeado começa a ser validado a partir das diferentes situações que fazem parte da rotina da Matec.
Um projeto construído por etapas
O projeto começou a ganhar forma em janeiro de 2025, com a assinatura do contrato e o início da preparação para o Kickoff, realizado em fevereiro de 2026.
Em março de 2026, teve início o mapeamento dos processos, etapa fundamental para compreender as rotinas da Matec e alinhar as necessidades das diferentes áreas ao novo sistema.
A partir de julho, começamos os treinamentos no IFS, avançando na preparação das equipes para a utilização da nova plataforma.
Atualmente, estamos nos preparando para a próxima etapa do projeto, com o início dos testes de cenários previsto para outubro. Na sequência, o projeto avançará para os testes integrados, envolvendo as diferentes áreas e processos.
Os dados necessários já foram migrados e, neste momento, as equipes estão em fase de treinamentos e validação de cenários no sistema.
O Go Live está previsto para 4 de janeiro de 2027, quando o IFS deverá entrar efetivamente em operação.
Agora, o foco está nos testes
Um processo pode estar mapeado e, ainda assim, apresentar particularidades quando encontra a rotina.
Existem exceções, situações menos frequentes e diferentes cenários que só quem trabalha diariamente com cada atividade consegue reconhecer.
É justamente por isso que a participação das áreas ganha ainda mais importância nesta fase.
O objetivo agora é explorar a ferramenta, testar o maior número possível de situações e identificar eventuais ajustes antes da entrada em operação.
Quanto mais cenários forem validados nesta etapa, maior será a segurança para o Go Live.
O conhecimento das equipes faz diferença
Boa parte dos processos já foi mapeada. Mas são os usuários que conhecem, na prática, os detalhes de cada rotina.
São eles que conseguem identificar uma exceção, lembrar de uma situação específica ou perceber quando determinado cenário precisa ser testado de outra forma.
Por isso, a implantação do IFS não depende apenas da tecnologia.
Ela também passa pelo conhecimento das equipes e pela participação de quem estará, de fato, utilizando o sistema no dia a dia.
Nesta fase, testar significa colocar o IFS diante da realidade da Matec e verificar como ele responde aos diferentes cenários da operação.
Integração, padronização e informação mais confiável
Com a implantação do IFS, a Matec avança em três pontos centrais do projeto:
Integração entre áreas: aproximar processos e informações que fazem parte da rotina de diferentes equipes.
Padronização de rotinas: criar uma base mais consistente para a execução dos processos.
Informações mais confiáveis: apoiar a gestão e a execução a partir de dados e informações organizados no sistema.
São mudanças que acontecem na estrutura da companhia e fazem parte de um trabalho contínuo de evolução da forma de gerir os processos.
Uma Matec que também evolui por dentro
A engenharia está em constante transformação. Novas tecnologias, métodos e formas de trabalhar fazem parte dessa evolução.
Na Matec, a melhoria contínua também passa pela forma como organizamos nossos processos, conectamos as áreas e construímos um ambiente cada vez mais preparado para os desafios do dia a dia.
Esse olhar busca gerar melhores resultados para todos que fazem parte dos nossos projetos: nossa equipe, nossos parceiros e, claro, nossos clientes.
A implantação do IFS faz parte desse caminho. Uma evolução na forma de gerir, integrar informações e preparar a companhia para seguir avançando com mais estrutura.
Até o Go Live, o trabalho continua com treinamentos, testes e validações, sempre com a participação de quem conhece a rotina da Matec de perto.
Colaboração John Dias Analista de Processos e BI na Matec.
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Matec na China: uma imersão internacional para antecipar tendências da construção e da infraestrutura
Em uma imersão internacional pela China e Macau, a liderança da Matec acompanhou referências globais em infraestrutura, construção industrializada, novos materiais, smart cities, sustentabilidade e tecnologias capazes de gerar valor para obras de alta complexidade no Brasil.
Recentemente, a Matec realizou uma imersão internacional na China e em Macau com foco em inovação, infraestrutura, construção industrializada, novos materiais, cidades inteligentes, eficiência produtiva e oportunidades de conexão com referências globais do setor.
A agenda contou com a participação de Marcela Milano, Vice-Presidente da Matec, Pedro Ivo Oliveira, Head de Novos Negócios, e Jessica Franco, Head de Propostas e Engenharia. A presença da liderança nessa jornada reforçou o compromisso da empresa em ampliar repertório, antecipar tendências, otimizar a cadeia de suprimentose identificar soluções que possam gerar valor real para os negócios dos clientes no Brasil.
“A busca contínua por inovação e excelência em obras de alta complexidade faz parte do DNA da Matec Engenharia”, destaca Pedro Ivo Souza de Oliveira, Head de Novos Negócios da Matec.
A imersão representou um movimento estratégico da Matec para observar de perto como diferentes mercados estão conectando engenharia, indústria, tecnologia, sustentabilidade, produtividade e eficiência na construção do futuro.
Macau: infraestrutura, inovação e conexões globais
A jornada teve início em Macau, durante o 17.º IIICF, International Infrastructure Investment and Construction Forum & Exhibition, um dos grandes encontros globais sobre infraestrutura, inovação e conectividade.
O evento reuniu autoridades governamentais, lideranças, empresas e especialistas de diferentes países para discutir os caminhos da infraestrutura mundial. As pautas passaram por digitalização, eletrificação, sustentabilidade, eficiência, novos modelos de negócio, tecnologia aplicada e integração entre mercados.
Para a Matec, participar desse ambiente foi uma oportunidade de acompanhar discussões estratégicas, ampliar conexões internacionais e mapear tendências que dialogam diretamente com os projetos de alta complexidade desenvolvidos pela empresa no Brasil, especialmente nos segmentos de indústrias, hospitais, missões críticas, logística e grandes equipamentos urbanos.
“As discussões e exposições orbitaram fortemente em torno da eletrificação e da sustentabilidade na construção civil”, afirma Pedro Ivo, ao comentar a participação da Matec no IIICF, em Macau.
Essa presença também se conectou diretamente ao ecossistema Connect, que traduz a forma como a Matec integra pessoas, tecnologia, dados, processos e colaboração para gerar mais valor em cada projeto.
Cadeia de suprimentos: eficiência, tecnologia e qualidade global
Seguindo a imersão na China, a equipe Matec visitou importantes polos industriais, incluindo regiões reconhecidas pela alta capacidade produtiva, desenvolvimento de materiais e excelência em manufatura.
Em Yongkang, na província de Zhejiang, uma das grandes referências globais na fabricação de portas, esquadrias de segurança, portas blindadas e soluções de proteção, a comitiva conheceu de perto processos produtivos, tecnologias aplicadas, materiais e controles de qualidade voltados a construções comerciais, hospitalares e residenciais.
Durante a visita, a equipe observou linhas de produção altamente eficientes, com processos capazes de transformar bobinas de aço em portas semiprontas em poucos segundos, combinando precisão industrial, escala produtiva e rigor técnico.
“Em uma das visitas técnicas, observamos uma linha de produção capaz de transformar uma bobina de aço em uma porta semipronta em apenas 24 segundos, garantindo altíssima precisão e um rigoroso controle de qualidade global”, conta Pedro Ivo.
O objetivo foi além de conhecer produtos. A equipe buscou entender como a indústria organiza sua produção, controla padrões técnicos, garante qualidade global e desenvolve soluções que podem fazer sentido para a realidade das obras no Brasil.
Essa aproximação com fornecedores, materiais e processos internacionais ampliou o olhar da Matec sobre possibilidades de parceria e inovação aplicada, sempre com foco em soluções que possam agregar segurança, qualidade, eficiência e valor aos empreendimentos.
Estruturas metálicas: precisão, escala e construção industrializada
Outro ponto importante da agenda foi a visita a uma referência global em estruturas metálicas e construção industrializada.
A equipe acompanhou processos de fabricação de estruturas em aço, automação aplicada à produção, controle técnico e capacidade fabrilvoltada a soluções para edifícios altos, obras industriais, grandes vãos e empreendimentos de alta complexidade.
A escala produtiva observada mostrou como a integração entre engenharia, indústria e tecnologia pode ampliar a precisão, reduzir incertezas e trazer mais previsibilidade para projetos que exigem desempenho técnico, velocidade de resposta e viabilidade comercial.
“Conhecer plantas fabris com capacidade de produção de até 22.000 toneladas por mês abre um leque de possibilidades para pensar cronograma, viabilidade comercial e soluções para projetos de grandes vãos e edificações verticais”, ressalta Pedro Ivo.
De edifícios altos a grandes equipamentos urbanos e industriais, o aço se apresentou como uma solução estratégica para construir com escala, eficiência e visão de futuro.
Para a Matec, esse contato reforçou a importância de acompanhar tecnologias construtivas capazes de qualificar o planejamento, transformar a execução e ampliar a capacidade de resposta das obras.
Xiang’an: uma cidade inteligente como referência para o futuro urbano
A imersão também incluiu a visita à Cidade Inteligente de Xiang’an, em Xiamen, na província de Fujian. Reconhecida como uma referência em urbanização inteligente, Xiang’an combina planejamento urbano, sustentabilidade, infraestrutura digital e inovação tecnológica.
Diferente de regiões que crescem de forma orgânica, Xiang’an foi planejada para integrar moradia, comércio, serviços públicos, transporte, áreas verdes e infraestrutura digital desde a sua concepção.
A cidade utiliza recursos como sensores IoT, Big Data, Inteligência Artificial, redes de comunicação de alta velocidade e centros de controle urbano para monitorar trânsito, iluminação pública, consumo de energia, segurança e serviços urbanos em tempo real.
Na mobilidade, a região foi conectada ao restante de Xiamen por grandes obras de infraestrutura, incluindo o Túnel Submarino Xiang’an, que contribuiu para reduzir o tempo de deslocamento até o centro urbano.
Além disso, o distrito abriga parques tecnológicos, fábricas inteligentes, centros de pesquisa ligados à Universidade de Xiamen e empresas de eletrônicos avançados, displays, IA e robótica. A região vem sendo posicionada como um polo de manufatura avançada e inovação tecnológica.
Construção, dados e operação urbana conectada
Para o setor de engenharia e construção, Xiang’an é uma referência importante porque mostra como projeto, construção e operação podem ser pensados de forma integrada.
O uso de BIM em larga escala, Gêmeos Digitais, gestão urbana baseada em dados e infraestrutura preparada para IA e IoT desde a concepção aponta para uma nova forma de planejar cidades, bairros, empreendimentos e grandes equipamentos urbanos.
“A experiência mostrou, na prática, como BIM, Gêmeos Digitais e dados em tempo real podem materializar uma visão de longo prazo para cidades, empreendimentos e grandes infraestruturas”, comenta Pedro Ivo.
A sustentabilidade também ocupa um papel central no projeto, com foco em construções verdes, eficiência energética, gestão inteligente de recursos hídricos, redução de emissões de carbono, áreas verdes e corredores ecológicos.
A comitiva também acompanhou referências em construção 3D, automação e soluções aplicadas a edificações comerciais e equipamentos urbanos, reforçando como a tecnologia pode transformar não apenas a execução das obras, mas também a operação dos espaços depois da entrega.
Para a Matec, conhecer esse modelo de perto ampliou o repertório sobre cidades inteligentes, infraestrutura digital e soluções que conectam construção, operação, tecnologia e qualidade de vida.
Power China: infraestrutura em escala global
A equipe Matec também visitou a sede da Power China, uma das grandes referências internacionais em infraestrutura.
A visita contribuiu para ampliar a visão sobre grandes projetos, capacidade técnica, integração entre engenharia e tecnologia e formas de atuação em escala global.
Esse contato reforçou a importância de acompanhar empresas e iniciativas que influenciam o futuro da infraestrutura mundial, especialmente em um momento em que o setor exige mais eficiência, sustentabilidade, digitalização, colaboração entre mercados e visão estratégica sobre a cadeia de suprimentos.
Inovação que se conecta à realidade dos clientes
A imersão da Matec na China e em Macau reforçou um movimento essencial para a empresa: buscar referências internacionais, antecipar tendências e transformar conhecimento em soluções aplicáveis à realidade das obras brasileiras.
Novos materiais, tecnologias sustentáveis, digitalização inteligente, construção industrializada, cidades conectadas, estruturas metálicas, soluções de proteção, automação, construção 3D e modelos de eficiência fizeram parte dessa jornada de aprendizado e conexão.
Esse olhar para o futuro faz parte da forma como a Matec atua. A empresa segue em constante movimento para identificar soluções à frente do mercado, ampliar sua capacidade técnica, fortalecer parcerias globais e oferecer aos clientes alternativas cada vez mais inteligentes, eficientes e alinhadas aos desafios da construção contemporânea.
“Essa expedição reforça nosso compromisso com o Jeito Matec: integrar inteligência construtiva, parcerias globais de alto nível e tecnologias de performance para entregar projetos únicos aos nossos clientes no Brasil”, finaliza Pedro Ivo.
Na Matec, inovação não é apenas acompanhar tendências. É buscar, testar, conectar e transformar conhecimento em valor para construir obras cada vez mais preparadas, eficientes e incríveis.
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Como a lógica Lean fortalece o planejamento, aproxima a engenharia do campo e amplia a capacidade de adaptação ao longo da obra.
A construção civil vive um cenário cada vez mais dinâmico. Projetos evoluem simultaneamente à execução, as cadeias estão mais pressionadas e as decisões precisam acontecer com mais integração entre engenharia, suprimentos, planejamento e produção.
Nesse contexto, o Lean Construction fortalece uma operação mais preparada para responder às variabilidades da obra, com maior coordenação, visibilidade operacional e capacidade de adaptação.
Na obra da All Wert, a Matec iniciou a implementação dessas práticas com foco na integração entre planejamento de longo, médio e curto prazo, na construção colaborativa do plano de ataque junto às equipes de produção, no acompanhamento estruturado das restrições com horizontes de semanas à frente e no plano diário de execução.
A lógica Lean aplicada à construção amplia a conexão entre planejamento e campo, melhora a estabilidade dos fluxos, reduz interferências entre frentes e fortalece a confiabilidade da produção ao longo da obra.
Em um ambiente cada vez mais complexo, a resiliência operacional passa diretamente pela capacidade de reorganizar fluxos, antecipar impactos e responder rapidamente às mudanças sem perder eficiência executiva.
Esse movimento conversa diretamente com atributos presentes no jeito Matec de construir: protagonismo técnico, integração entre disciplinas e engenharia conectada à realidade da operação.
Andrea Juste Gerente de PMO, na Matec.
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Inteligência Artificial, BIM e o futuro da engenharia
Como a convergência entre Inteligência Artificial, BIM e conhecimento técnico amplia a capacidade de análise, decisão e inovação na engenharia.
por Pedro Paulo França | Coordenador de Propostas e Planejamento, na Matec.
A Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa futurista, presente nas narrativas centrais de obras de ficção científica, para se consolidar como parte da rotina de empresas e profissionais de praticamente todos os setores, influenciando a forma como nos comunicamos, trabalhamos e tomamos decisões.
Na engenharia, essa transformação encontra um mercado que já vinha evoluindo com o uso do BIM e de softwares que permitem construir virtualmente, prever interferências, mitigar riscos e antecipar tomadas de decisão, garantindo maior produtividade, assertividade e otimização de sistemas.
A Inteligência Artificial surge como um novo passo nessa evolução. Quando associada a modelos BIM bem estruturados, ela amplia a capacidade de análise e aproveitamento das informações geradas ao longo do desenvolvimento dos empreendimentos. O modelo deixa de ser apenas um repositório de informações e passa a servir como uma base consistente para análises, simulações e tomada de decisão.
A combinação da Technical AI com a Generative AI, impulsionada pelo Design Generativo, muda a dinâmica de como projetamos. Atividades que antes exigiam inúmeras iterações manuais podem ser executadas em uma fração do tempo, permitindo avaliar rapidamente diferentes alternativas. Em vez de analisar poucas opções, torna-se possível comparar dezenas ou até centenas de cenários, considerando simultaneamente critérios como custo, desempenho, sustentabilidade, construtibilidade e operação.
Mas existe um ponto que costuma ser negligenciado nas discussões sobre o tema: a qualidade da informação. Nenhum modelo de IA é melhor do que os dados que recebe. Processos bem definidos, padronização e governança continuam sendo elementos fundamentais para garantir resultados confiáveis. Sem essa estrutura, a tecnologia apenas reproduz erros em uma velocidade maior.
Outro aspecto que vem se tornando evidente é a limitação das soluções disponíveis no mercado. Embora sejam importantes para democratizar o acesso à tecnologia, os maiores ganhos tendem a surgir quando as ferramentas são adaptadas às necessidades específicas de cada empresa e de cada processo. Nesse contexto, cresce o uso de agentes especializados trabalhando em conjunto com mecanismos de validação capazes de conferir maior segurança aos resultados produzidos.
Mesmo com todos os avanços, a responsabilidade técnica continua sendo humana. A IA é capaz de acelerar análises, organizar informações e apoiar decisões, mas ainda depende de profissionais que compreendam o contexto, validem resultados e assumam a responsabilidade pelas escolhas realizadas.
O futuro da engenharia provavelmente será construído pela convergência entre conhecimento técnico, programação e Inteligência Artificial. Mais do que dominar ferramentas, será necessário saber estruturar problemas, interpretar dados e direcionar a tecnologia para objetivos concretos. A IA não substitui a engenharia; ela amplia sua capacidade de atuação e abre espaço para soluções mais eficientes, seguras e inovadoras.
Pedro Paulo França Coordenador de Propostas e Planejamento, na Matec.
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Semana da Inovação Matec conecta cultura, IA, aprendizado contínuo e Lean Construction
Com o início do #VemSerConnect, a programação aproximou pessoas, tecnologia, obra e gestão para fortalecer a cultura de inovação na Matec.
A inovação ganha força quando conhecimento, obra e cultura se conectam. Foi com esse olhar que a Semana da Inovação Matec reuniu colaboradores em uma programação criada para ampliar repertório, provocar novas ideias e aproximar tecnologia, gestão e prática.
A iniciativa também deu início ao #VemSerConnect, programa que reforça o CONNECT como uma forma de aproximar pessoas, áreas, ideias e soluções para construir um jeito cada vez mais inteligente de trabalhar. Ao longo da semana, quatro temas conduziram os encontros: Cultura de Inovação, Lifelong Learning, IA Generativa aplicada à gestão de obras e Lean Construction.
Temas diferentes, mas conectados por um mesmo objetivo: fortalecer a forma Matec de pensar, planejar, executar e evoluir.
Cultura de inovação: ideias que precisam virar ação
A abertura aconteceu no dia 27 de abril, com a palestra Cultura de Inovação, conduzida por Luiz Augusto Milano, CEO da Matec. O encontro trouxe uma mensagem direta: inovação não se limita à tecnologia. Ela também aparece quando o time sai do automático, questiona processos, busca caminhos alternativos e transforma boas ideias em ações aplicáveis.
Durante a palestra, Luiz Augusto reforçou a importância de simplificar processos, melhorar aquilo que já existe, planejar com antecedência e gerar resultados mensuráveis. A frase que sintetizou o encontro foi: “Que as palavras se tornem ações.”
Na prática, esse pensamento conversa diretamente com o jeito Matec de construir: com colaboração, previsibilidade, eficiência e participação ativa das pessoas. A inovação, nesse contexto, aparece nas decisões que melhoram processos, nas trocas entre áreas e na busca constante por soluções mais inteligentes.
Lifelong Learning: aprender para continuar evoluindo
No dia 30 de abril, Ana Karina Rodrigues, Diretora de Gente e Gestão da Matec, conduziu a palestra sobre Lifelong Learning, conceito ligado ao aprendizado contínuo. Em um mercado em constante transformação, aprender deixou de ser uma etapa pontual da carreira e passou a ser uma competência essencial para acompanhar novas tecnologias, métodos, desafios e formas de trabalho.
O encontro também trouxe a reflexão sobre o ciclo de aprender, desaprender e reaprender. Para a engenharia, essa ideia faz muito sentido. Novos métodos construtivos, ferramentas digitais, práticas de gestão e demandas do mercado pedem profissionais cada vez mais curiosos, adaptáveis e preparados.
A palestra contou ainda com dinâmicas práticas, microações diárias e rituais de estudo possíveis de serem aplicados no dia a dia. Ao final, os participantes assumiram um Pacto de Aprendizagem, com compromissos para os 30 dias seguintes, incentivando gestores e equipes a manterem o tema vivo depois do encontro.
IA Generativa: tecnologia como copiloto da produtividade
A terceira palestra aconteceu no dia 7 de maio e trouxe o tema IA Generativa na prática para gestão de obras. Durante o encontro, a inteligência artificial foi apresentada de forma simples e aplicável: uma ferramenta de apoio para organizar informações, estruturar ideias, criar diretrizes, otimizar tempo e apoiar diferentes processos da engenharia.
A IA Generativa foi posicionada como um copiloto de produtividade, capaz de contribuir para a produção de materiais mais claros, para o refinamento de conhecimentos táticos e para a melhoria da organização das informações voltadas aos canteiros de obras.
A palestra também mostrou o uso de prompts estruturados, roteirização inteligente e ferramentas ágeis, além de reforçar um cuidado essencial: o uso responsável da tecnologia, especialmente quando envolve dados sensíveis e informações estratégicas. Para a Matec, tecnologia precisa ter utilidade real. Precisa simplificar, aproximar e melhorar decisões.
Lean Construction: mais fluxo, menos desperdício invisível
Encerrando a programação, no dia 14 de maio, a Semana da Inovação trouxe uma palestra sobre Lean Construction, com foco em eficiência, tomada de decisão e melhoria do fluxo nas obras. O Lean foi apresentado como uma forma de pensar o trabalho com mais continuidade, previsibilidade e integração entre etapas.
Na obra, cada atividade depende da anterior e impacta a seguinte. Por isso, quando o fluxo melhora, o desempenho geral também melhora. A palestra destacou ainda que o planejamento ganha força quando conta com a participação de quem executa, aproximando gestão e campo para reduzir perdas que nem sempre aparecem de forma óbvia.
No canteiro, desperdício não está apenas no entulho ou no material descartado. Também está nas esperas, nos deslocamentos desnecessários, nos retrabalhos, nas falhas de comunicação e nas decisões tardias. Ao olhar para esses desperdícios invisíveis, o Lean contribui para uma gestão de obras mais inteligente, eficiente e conectada ao valor entregue ao cliente.
#VemSerConnect: inovação como cultura viva
A Semana da Inovação Matec reforçou uma ideia central: o CONNECT vai além de uma metodologia. Ele representa uma forma de aproximar pessoas, áreas, ideias e soluções para fortalecer uma engenharia mais colaborativa, inteligente e preparada para os desafios do mercado.
Cultura de inovação, aprendizado contínuo, inteligência artificial e Lean Construction se conectam nesse mesmo caminho. Um caminho feito por times curiosos, colaborativos e protagonistas, em que a inovação se fortalece quando circula entre pessoas e ganha consistência quando chega à prática.
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Matec participa do BIM Fórum Brasil 2026 e acompanha debates sobre inovação, tecnologia e BIM
A inovação avança quando conhecimento, tecnologia e engenharia passam a atuar de forma mais integrada.
Foi com esse olhar que a Matec participou do BIM Fórum Brasil 2026, realizado nos dias 06 e 07 de maio, um dos principais eventos do país voltados à inovação, tecnologia e Modelagem da Informação da Construção, o BIM.
A conferência reuniu profissionais, empresas e especialistas para discutir temas que vêm ganhando cada vez mais relevância na evolução da construção civil. Para a Matec, estar presente nesse ambiente foi uma oportunidade de ampliar repertório técnico, acompanhar novas soluções e aprofundar discussões sobre o uso da tecnologia nos processos construtivos.
Durante os dois dias de evento, nossa equipe participou de palestras, visitou estandes com soluções aplicadas ao setor e acompanhou debates sobre o presente e os próximos avanços do BIM na engenharia.
Uma oportunidade para acompanhar a evolução do setor
Para Cristiane Cardoso, gerente de Engenharia da Matec, a participação no evento contribuiu para aproximar a equipe de discussões importantes sobre transformação digital, gestão da informação e novas práticas aplicadas à construção.
“Participar do BIM Fórum Brasil 2026 foi uma oportunidade valiosa para acompanhar as transformações do setor, trocar experiências com grandes profissionais do mercado e aprofundar discussões sobre o presente e o futuro do BIM na construção civil.”
A fala reforça a importância de manter a engenharia conectada às novas tecnologias, metodologias e soluções que apoiam processos mais integrados, eficientes e inteligentes.
BIM como base para uma construção mais integrada
A aplicação do BIM vem ampliando sua relevância nas diferentes etapas de uma obra e o tema já não se limita à modelagem digital. Ele passa pela gestão da informação, pela tomada de decisão, pelo monitoramento de desempenho e pela integração entre projeto, planejamento, execução e operação.
No BIM Fórum Brasil 2026, essa visão apareceu em diferentes debates, reforçando a importância de dados bem estruturados, processos conectados e equipes preparadas para usar a tecnologia de forma estratégica.
Para a Matec, esse movimento se conecta diretamente a uma forma de construir orientada por inovação, eficiência e evolução contínua.
Temas acompanhados pela equipe Matec
Entre os principais assuntos discutidos no evento, a equipe Matec acompanhou conteúdos sobre inteligência artificial aplicada a projetos e obras, com foco em produtividade, análise de dados e novas possibilidades para apoiar decisões técnicas na rotina da engenharia.
A conferência também trouxe reflexões sobre construção sustentável e monitoramento integrado ao BIM, mostrando como a organização das informações pode contribuir para escolhas mais eficientes e para uma gestão mais precisa dos projetos.
Outro tema de destaque foi a industrialização da construção, com o BIM como base estratégica para ampliar previsibilidade, precisão e integração de processos. A discussão reforçou a importância de pensar a construção com mais método, planejamento e capacidade de repetição qualificada.
Também estiveram em pauta debates sobre produtividade e uso do BIM na tomada de decisões, Digital Twins e sua aplicação no setor, além da ISO 19650, norma internacional voltada à gestão da informação em projetos desenvolvidos com BIM.
Conhecimento que volta para a obra
A participação da Matec no BIM Fórum Brasil 2026 reforça o compromisso da empresa com a evolução dos processos construtivos e com a busca por soluções que aproximam tecnologia, gestão e engenharia.
Ao acompanhar debates sobre IA, BIM, Digital Twins, industrialização e gestão da informação, a equipe amplia repertório e fortalece sua atuação em um mercado que exige cada vez mais integração, eficiência e visão técnica.
Seguimos investindo em conhecimento, inovação e soluções inteligentes para construir com mais precisão, colaboração e responsabilidade.
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Matec participa do IFS Connect e reforça sua cultura de inovação conectada ao futuro da engenharia
A tecnologia só faz sentido quando aproxima pessoas, melhora processos e abre caminho para decisões mais inteligentes.
Foi com esse olhar que a Matec participou do IFS Connect, evento anual promovido pela IFS que reúne clientes, parceiros e especialistas para apresentar tendências, evoluções da plataforma e novas possibilidades para empresas que estão vivendo a transformação digital na prática.
Nesta edição, nossa equipe esteve presente para acompanhar de perto as novidades do IFS Cloud, versão que está em processo de implantação na Matec, e também para contribuir com uma troca importante no painel dedicado a clientes em jornada de migração.
A Matec foi representada por Gabriel Vinicius Silva Ramos Terra, Coordenador de Processos e TI, que compartilhou um pouco do nosso cenário atual, os motivos que nos levaram à escolha da solução e como estamos conduzindo esse processo internamente.
Foi um encontro sobre tecnologia, sim. Mas também sobre cultura, gestão, dados, pessoas e futuro.
Inovação não acontece longe da operação
Um dos principais pontos discutidos no evento foi o papel da tecnologia como parte da estrutura real das empresas.
O IFS Cloud foi apresentado como uma plataforma mais moderna, conectada às transformações digitais e preparada para apoiar organizações que buscam mais integração entre áreas, processos e informações.
Para a Matec, acompanhar essa evolução faz parte de uma decisão estratégica: fortalecer uma operação cada vez mais conectada, inteligente e preparada para crescer com consistência.
Esse é o jeito Matec de construir e fazer: olhando para o futuro sem perder a conexão com o dia a dia, com as pessoas e com os desafios concretos da engenharia.
IA começa antes da IA
Entre os temas mais fortes do evento, um ponto ficou claro: a inteligência artificial só entrega valor quando encontra uma base sólida.
A lógica é simples, mas decisiva: antes de pensar em AI First, é preciso pensar em Data First.
Dados duplicados, informações inconsistentes, cadastros incompletos e bases sem tratamento podem comprometer previsões, gerar retrabalho, expor informações sensíveis e reduzir a confiança nas decisões.
Por isso, a sanitização estratégica de dados ganhou destaque como uma etapa essencial para qualquer empresa que deseja usar IA com segurança, precisão e escala.
Na prática, isso significa preparar os dados para que eles estejam limpos, padronizados, protegidos e prontos para gerar inteligência.
Dados limpos, decisões melhores
Durante o evento, a relação entre qualidade de dados e performance da inteligência artificial foi apresentada de forma muito objetiva.
Sem sanitização, a empresa fica mais exposta a riscos como:
previsões distorcidas;
compras excessivas;
estoque parado;
retrabalho manual;
falhas de conformidade;
possíveis violações ligadas à LGPD.
Com dados tratados, o cenário muda. A IA passa a operar com mais confiança, os processos se tornam mais fluidos e as decisões ganham uma base mais precisa.
Esse pensamento conversa diretamente com a cultura de inovação da Matec, porque inovação não está apenas em adotar novas ferramentas. Está em criar as condições certas para que a tecnologia gere valor real.
Governança também é inovação
Outro ponto importante foi a discussão sobre o uso responsável da inteligência artificial dentro das empresas.
Em um momento de grande exposição ao tema, o evento reforçou que a IA precisa ser implementada com governança, segurança e visão estratégica.
Não se trata apenas de automatizar tarefas. Trata-se de conectar dados, pessoas e processos de forma inteligente, protegendo informações sensíveis e respeitando critérios de privacidade, ética e sustentabilidade.
Para empresas de engenharia, onde cada decisão pode impactar planejamento, custos, produtividade e qualidade, esse cuidado é ainda mais relevante.
Uma troca prática sobre implantação
A participação da Matec no painel trouxe uma contribuição importante: a visão de quem está vivendo a jornada de implantação.
Ele compartilhou aprendizados, desafios e percepções sobre o processo de migração para o IFS Cloud, reforçando como a escolha de uma plataforma precisa estar alinhada ao momento da empresa, à evolução dos processos e à visão de futuro da organização.
Foi uma troca rica com outros clientes que também estão passando por esse movimento, mostrando que transformação digital não é um caminho isolado.
Ela acontece com escuta, colaboração, aprendizado contínuo e conexão.
Tecnologia, velocidade e adaptação
O evento também contou com uma palestra de Reginaldo Leme, que trouxe sua experiência no universo da Fórmula 1 para falar sobre evolução tecnológica, agilidade na tomada de decisões, carreira, resiliência e adaptação às mudanças.
A conexão com a engenharia é direta.
Assim como na F1, ambientes de alta complexidade exigem dados confiáveis, equipes preparadas, processos bem integrados e capacidade de responder com rapidez sem abrir mão da precisão.
Conectados ao novo, preparados para construir o futuro
A presença da Matec em eventos como o IFS Connect reforça um movimento que já faz parte da nossa cultura: estar perto das conversas que moldam o futuro da tecnologia, da gestão e da engenharia.
Participar, aprender, compartilhar e trazer essas discussões para dentro da empresa é uma forma de fortalecer nosso jeito de construir.
Um jeito conectado. Inovador. Colaborativo.
Feito por pessoas que entendem que a transformação acontece quando tecnologia e cultura caminham juntas.
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FAT do Tanque de Água Purificada: rigor técnico que garante qualidade farmacêutica
No âmbito do diligenciamento e comissionamento de uma obra do setor farmacêutico que a Matec está executando, o time acompanhou na PUROTEK (Indaiatuba/SP) o FAT – Factory Acceptance Test (Teste de Aceitação em Fábrica) do tanque de água purificada (3.000 L).
O FAT é um procedimento formal realizado ainda na fábrica para verificar conformidade, desempenho e segurança do equipamento conforme projeto e normas aplicáveis, antes do envio e da instalação no site.
O equipamento integra o sistema de armazenamento e distribuição de PW que atende processos sensíveis da planta.
Por que este FAT é decisivo
A água purificada é insumo essencial em produção de medicamentos, limpeza e sanitização de equipamentos e, quando aplicável, como fonte de umidificação controlada em HVAC de áreas limpas.
Validar o tanque em fábrica reduz riscos, evita retrabalhos em campo e acelera a curva de partida da operação.
Referenciais técnicos adotados
As inspeções foram conduzidas com rigor, em conformidade com ASME BPE, boas práticas ISPE e farmacopeias vigentes, atendendo critérios sanitários e de rastreabilidade exigidos pelo setor farmacêutico.
Escopo das inspeções e testes
1) Inspeção visual Verificação de integridade física, acabamento, identificação, conexões e dispositivos de segurança, confrontando com o projeto e requisitos de qualidade.
2) Inspeção mecânica Análise criteriosa de soldas orbitais, vedações, conexões, suportes, ausência de pontos de corrosão e robustez estrutural.
3) Testes hidráulicos e sanitários ⚙️ Ensaio de enchimento/esvaziamento; ⚙️ Funcionamento de válvulas e conexões; ⚙️ Líquido penetrante em soldas críticas; ⚙️ Verificação de molibdênio (comprovação de liga); ⚙️ Ultrassom e análise de rugosidade interna, garantindo acabamento sanitário compatível com uso farmacêutico.
4) Teste de estanqueidade Certificação de ausência de vazamentos no corpo do tanque, linhas e conexões, assegurando confiabilidade operacional.
5) Verificação documental Entrega e checagem de manuais técnicos, certificados de materiais, relatórios de ensaios, procedimentos de soldagem e validações, formando o dossiê completo do equipamento.
Resultado
O FAT atestou que o tanque de água purificadaatende integralmente às especificações técnicas, de qualidade e segurança para aplicação farmacêutica.
O desempenho observado, associado ao dossiê de conformidade, sustenta uma partida de operação mais segura e previsível.
O que a operação ganha com isso
⚙️ Qualidade assegurada da PW em processos críticos; ⚙️ Menos riscos de contaminação e paradas; ⚙️ Comissionamento mais ágil no site; ⚙️ Rastreabilidade técnica e documental desde a origem.
Papel da Matec no ciclo de utilidades críticas
Da engenharia ao comissionamento, a Matec atua para que requisitos regulatórios e metas de performance caminhem juntos.
O acompanhamento presencial no FAT é parte desse compromisso com a entrega técnica, a segurança e a disponibilidade dos sistemas.
Juntos construímos obras incríveis! Juntos somos #connect.
FAT na prática: visita técnica da Matec à Atlas Copco
A equipe da Matec realizou o FAT — Factory Acceptance Test (Teste de Aceitação em Fábrica) de um gerador diesel 1100 kVA na Atlas Copco.
O objetivo central foi validar desempenho, segurança e documentação antes do embarque para a obra em Cabo de Santo Agostinho (PE).
Essa etapa integra o nosso Plano de Comissionamento, garantindo que o equipamento chegue à obra com rastreabilidade completa e pronto para instalação e testes em campo.
Por que fazemos FAT O FAT confirma, ainda em fábrica, que o equipamento atende às especificações de projeto, às normas aplicáveis e aos requisitos operacionais do cliente.
Ao aprovar tudo antes do envio, reduzimos retrabalhos, mitigamos riscos de integração, encurtamos prazos de comissionamento e elevamos a previsibilidade da partida em obra.
Objetivos da visita técnica (FAT) 1. Validar conformidade técnica e normativa: Comprovar, em fábrica, que o gerador 1100 kVA atende às especificações do projeto, normas e requisitos de segurança e continuidade operacional.
2. Antecipar riscos e reduzir retrabalhos: Identificar e tratar desvios (mecânicos, elétricos, de controle e documentação) antes da instalação em obra.
3. Demonstrar desempenho em condições reais: Ensaiar em banco de carga 0/25/50/75/100% para confirmar estabilidade de tensão e frequência, resposta a transientes, eficiência do motor, temperaturas e consumo/emissões.
4. Certificar integridade mecânica e estanqueidade: Verificar fixações, alinhamento motor–alternador, ventilação, suportes/coxims e ausência de vazamentos.
5. Avaliar sistemas de controle e proteção: Testar automações (AMF/ATS), intertravamentos, alarmes e trips, garantindo resposta correta do controlador e do AVR.
6. Comprovar níveis de ruído e vibração aceitáveis: Medir ruído [dB(A)] e vibração (RMS) nos pontos definidos, assegurando conforto operacional e integridade mecânica.
7. Auditar documentação e rastreabilidade: Consolidar manuais, certificados, relatórios, diagramas e lista de sobressalentes em um dossiê de FAT completo.
8. Confirmar requisitos operacionais do cliente: Validar autonomia com tanque de base de 1.600 L, interfaces de comando, sinalizações e integrações.
9. Alinhar integrações e logística de campo: Fechar pontos de instalação, interligações elétricas/automação e cronograma de embarque/entrega para o SAT em obra.
10. Formalizar aceite e liberações: Registrar evidências, tratar punch list (se houver) e liberar o embarque com critérios de aceitação aprovados.
Resultado esperado: sair de fábrica com desempenho, segurança e documentação validados, riscos mitigados e condições preparadas para instalação e comissionamento previsíveis em Cabo de Santo Agostinho (PE).
O que é diligenciamento (na Matec) Chamamos de diligenciamento o acompanhamento técnico e documental:
definimos requisitos técnicos, normas aplicáveis e critérios de aceitação do equipamento e do processo.
formalizamos a compra com o fornecedor, alinhando escopo, prazos, garantias e documentação.
o fornecedor traduz a especificação em desenhos, memoriais e plano de fabricação; fazemos as revisões necessárias.
aprovação formal para iniciar a fabricação, com checagem de insumos e plano de controle de qualidade.
validamos desempenho, segurança e conformidade ainda na fábrica, emitindo relatórios de ensaio.
conferência final e autorização para envio, com documentação técnica e de transporte organizada.
recebimento técnico no canteiro, conferência de itens e condições de chegada antes do armazenamento/instalação.
Escopo do FAT — Gerador 1100 kVA (Atlas Copco)
confirma integridade, identificação e segurança antes de qualquer energização.
assegura rigidez, estanqueidade e ventilação.
valida a saúde dos enrolamentos e do sistema de excitação/AVR.
comprova partida segura e funcionamento estável sem carga.
valida capacidade, estabilidade e eficiência sob regime nominal e transientes.
garante automação, proteções e intertravamentos.
confirma conforto operacional e integridade mecânica.
garante rastreabilidade e segurança de uso/manutenção.
Por que Atlas Copco A Atlas Copco é referência em qualidade, eficiência e confiabilidade, atributos essenciais para ativos críticos em plantas industriais. O rigor de testes e a experiência do fabricante elevam a previsibilidade de performance em campo.
Estamos, inclusive, orçando a nova fábrica da Atlas Copco em Itu (SP), reforçando essa colaboração técnica.
FAT bem executado é sinônimo de segurança, disponibilidade e desempenho sob controle. Ao integrar diligenciamento + comissionamento, a Matec assegura que cada equipamento crítico (como o gerador 1100 kVA da Atlas Copco) chegue à obra pronto para cumprir seu papel: manter a operação contínua.
Juntos construímos obras incríveis! Juntos somos #connect.
FAT na BLUTRAFOS: Matec visita fábrica de transformadores
O FAT (Factory Acceptance Test / Teste de Aceitação de Fábrica) realizado na BLUTRAFOS, em Blumenau (SC), marcou uma etapa determinante do nosso processo.
Para a obra de Três Rios (RJ), acompanhamos de perto a inspeção e os testes de 13 transformadores sob encomenda, somando 17.225 kVA.
Toda a energia que alimentará a fábrica do cliente passará por esses equipamentos, por isso validamos, ainda na fábrica, desempenho e segurança antes do embarque, essa é uma prática que sustenta eficiência, confiabilidade e continuidade operacional.
A potência instalada deste lote permite uma equivalência clara: 17.225 kVA que são capazes de atender aproximadamente 70 a 100 mil habitantes, considerando o perfil de carga e o consumo médio.
Esse volume mostra a responsabilidade do projeto e a importância de um fluxo bem controlado entre especificação, fabricação, testes e comissionamento.
Diligenciamento que antecipa qualidade
Na Matec, diligenciamos as fases críticas para que qualidade não seja um evento, mas um processo contínuo. Isso começa no papel e termina na operação estável do cliente.
O que acompanhamos:
definimos requisitos técnicos, normas aplicáveis e critérios de aceitação do equipamento e do processo.
formalizamos a compra com o fornecedor, alinhando escopo, prazos, garantias e documentação.
o fornecedor traduz a especificação em desenhos, memoriais e plano de fabricação; fazemos as revisões necessárias.
aprovação formal para iniciar a fabricação, com checagem de insumos e plano de controle de qualidade.
validamos desempenho, segurança e conformidade ainda na fábrica, emitindo relatórios de ensaio.
conferência final e autorização para envio, com documentação técnica e de transporte organizada.
recebimento técnico no canteiro, conferência de itens e condições de chegada antes do armazenamento/instalação.
Esse encadeamento organiza responsabilidades, dá visibilidade às decisões e reduz surpresas ao longo do caminho.
O resultado esperado é simples: obra que avança com segurança técnica e prazos sob controle.
FAT (TAF) na prática do projeto
O FAT é um ponto de checagem que confirma, de modo objetivo, que o equipamento atende ao que foi especificado. Ao testar antes do envio, mitigamos riscos de retrabalho no canteiro e aceleramos a fase seguinte, o comissionamento.
Por que é importante? Isso valida o que foi projetado, antecipa eventuais ajustes e agiliza o start-up em campo.
Transformadores sob medida: tensões e aderência ao processo
Para este cliente, os transformadores foram personalizados para as necessidades reais da planta. Aderência às tensões de operação é central para eficiência no transporte e uso correto da energia.
Tensões contempladas: 220/127 V, 440 V, 11,4 kV (entre outras configurações de projeto).
Ao adequar os níveis de tensão, asseguramos que máquinas, motores e sistemas recebam a energia certa, no ponto certo, garantindo produtividade, segurança e eficiência no dia a dia da operação.
Fator K: especificação que protege o equipamento
Cargas modernas podem introduzir harmônicos no sistema. Para lidar com isso, adotamos o Fator K adequado ao perfil de carga, evitando sobreaquecimento e aumentando a durabilidade do transformador.
K-1: cargas lineares ou baixo conteúdo harmônico (iluminação simples, resistências, motores tradicionais)
K-4: conteúdo harmônico moderado (pequenos eletrônicos, computadores, estações de trabalho, alguns tipos de iluminação fluorescente e resistências leves)
K-9: maior presença de harmônicos (pequenos inversores, eletrônica de potência moderada, pequenos sistemas de automação)
K-13, K-20, K-30, K-40: níveis críticos (grandes inversores, variadores de frequência, fornos de indução, centros de dados, aeroportos e shoppings)
Neste projeto, especificamos K-1, K-4 e K-13, conforme as necessidades operacionais do cliente.
O papel dos transformadores na indústria
Em um sistema industrial, os transformadores são chave para a distribuição, proteção e controle da energia. Na prática, isso se traduz em processos mais estáveis e menos paradas não planejadas.
Funções essenciais:
⚡ Alterar níveis de tensão(elevar/rebaixar) para transporte eficiente e uso correto por máquinas e sistemas; ⚡ Reduzir perdasem longas distâncias; ⚡ Proteger equipamentos contra sobrecargas, surtos e interferências eletromagnéticas; ⚡ Permitir isolamento elétrico, reduzindo riscos de choque; ⚡ Garantir estabilidade e confiabilidade do sistema; ⚡ Ajustar tensão para controle de processos (ex.: velocidade de motores, potência de aquecimento).
Do FAT ao comissionamento: a jornada até a entrega
Após o FAT, o foco passa a ser a fluidez em campo. Recebimento, instalação e testes funcionais pavimentam o caminho para a entrega final.
Fluxo resumido: FAT aprovado → liberação de embarque → entrega em obra → instalação → testes funcionais → comissionamento → entrega ao cliente.
Esse encadeamento fecha o ciclo de qualidade que começou na especificação e chega ao cliente em forma de confiabilidade.
Parceria em alto nível e time em fábrica
A BLUTRAFOS é referência em qualidade e eficiência, e o FAT em Blumenau (SC) consolidou a execução técnica conforme o escopo de Três Rios. Estiveram presentes pela Matec: Ademario Santana (Coordenador de Instalações), Eric Juampaulo (Diretor de Obras), Thyago Cornaglia(Engenheiro de Instalações) e Rodrigo Raposo (Coordenador de Orçamentos).
Essa presença em fábrica conecta projeto, produção e operação, reforçando o compromisso com entrega confiável ao cliente.
Ao integrar diligenciamento, FAT e comissionamento, garantimos que os 13 transformadores (17.225 kVA) cheguem ao canteiro prontos para cumprir seu papel: fornecer energia com segurança, eficiência e previsibilidade para a planta de Três Rios (RJ).
Juntos construímos obras incríveis! Juntos somos #connect.