Matec participa de reunião com SindusCon-SP e CBIC sobre os impactos da Reforma Tributária na construção industrial
Marcela Milano, vice-presidente da Matec, coordena grupo de trabalho e lidera discussões estratégicas para preparar o setor para as mudanças tributárias.
No dia 25 de junho, a Matec Engenharia participou ativamente da reunião conjunta entre o Comitê de Obras Industriais (COI) do SindusCon-SP e o Comitê de Obras Industriais e Corporativas (Coic) da CBIC.
Representando a empresa, Marcela Milano, vice-presidente da Matec, conduziu parte do encontro como coordenadora do Grupo de Trabalho (GT) de Reforma Tributária, reforçando o compromisso da empresa com a construção de um setor mais preparado, técnico e eficiente.

O encontro teve como objetivo principal analisar os impactos da reforma tributária no setor da construção industrial, com ênfase na transição entre os regimes fiscais, na adequação de contratos e na importância de preparar toda a cadeia de fornecedores.
Um posicionamento estratégico da Matec
Durante sua fala, Marcela Milano destacou a necessidade de ampliar a discussão sobre a reforma tributária para além do campo contábil, integrando também áreas como orçamento, suprimentos e comercial. Ela também sugeriu a inclusão de cláusulas contratuais que permitam revisões em função de alterações significativas geradas pela reforma, especialmente para obras com execução a partir de 2026.
“A correta gestão dos créditos tributários vai exigir uma governança sólida não só das construtoras, mas também dos fornecedores. Precisamos nos preparar como cadeia produtiva”, reforçou Marcela.
Marcela também explicou que a atuação do GT de Reforma Tributária do SindusCon-SP complementa os trabalhos da CBIC.
Enquanto o foco da CBIC está nas grandes indústrias, como óleo e gás, o COI foca em obras industriais médias e leves, setores que ainda não contam com índices nacionais de custos próprios, pauta que será prioridade no comitê.
Projetos e cuidados para a transição
Tiago Rossi, coordenador do COI, destacou os projetos estratégicos do comitê, incluindo:
- Criação de índices nacionais de custos da construção não residencial;
- Participação da CBIC nos grupos de trabalho técnico;
- Planejamento para apoiar as empresas durante a transição tributária.
Rodrigo Giarola, coordenador jurídico do SindusCon-SP, alertou para a importância de compreender bem cada etapa da reforma, especialmente no que se refere à reprecificação de contratos e à separação entre prestação de serviços e aquisição de mercadorias.
Fernando Guedes, presidente executivo da CBIC, reforçou que a reforma prevê regras específicas para consórcios, sociedades de propósito específico (SPEs) e sociedades em conta de participação (SCPs), além de benefícios fiscais para projetos enquadrados em regimes especiais de desenvolvimento.
Também mencionou que contratos de obras públicas poderão ser recompostos, desde que os pleitos sejam formalizados em até 90 dias após as mudanças entrarem em vigor.

A presença da Matec Engenharia nessa discussão reforça o compromisso da empresa com a inovação, a responsabilidade técnica e o preparo diante das transformações que moldam o futuro da engenharia.
Seguiremos atuando com inteligência e protagonismo, lado a lado com as principais entidades do setor.
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