Acompanhe o andamento da construção do novo hospital da Unimed em Cachoeiro do Itapemirim
Construído no bairro União, na cidade de Cachoeiro de Itapemirim (ES), o novo Hospital da Unimed Sul Capixaba é uma obra da Matec Engenharia. Os investimentos superam a casa dos R$ 72 milhões, somados aos valores do terreno e da construção, segundo jornal local, gerando aproximadamente 200 empregos diretos e movimentando a economia da região.
A obra, que começou em julho do ano passado, deve ser entregue em dezembro deste ano. Nosso Gerente de Projetos, AndréGalloro, explica que a obra contemplou a execução inteira de todo o hospital para a Unimed, desde a sua fundação até o acabamento (incluindo mobiliários) e área externa. Segundo ele, um dos principais desafios desse projeto foi encontrar a melhor solução logística para o trânsito de insumos.
Dentre as principais inovações estão a reengenharia da fundação, com um método que minimizou os custos para o cliente, a reengenharia da estruturametálica, com a diminuição do seu peso (e custo), otimização da drenagem para atendimento das demandas do hospital, pensando no cliente e em sua operação, além da reengenharia para impermeabilização.
A Produtividade na Construção Civil | Como mudar a mentalidade de toda a cadeia para mitigar um dos maiores problemas deste mercado
Por Fábio Viccari, VP de Operações na Matec
“Temos um dos setores mais atrasados do mundo nesse quesito, de digitalização (de processos, projetos e operações, efetivamente) e estamos literalmente ficando para trás de todos os demais setores produtivos “.
Precisamos falar sobre isso clara e abertamente, para causar primeiro um choque e depois a necessária reflexão, seguida da efetiva mudança, se quisermos continuar vivos no mercado. Temos um grave problema de produtividade no setor da construção civil, hoje, em âmbito mundial. Segundo o novo relatório do McKinsey Global Institute o “Reinventing construction: A route to higher productivity”, o custo desse problema é bastante alto, de cerca de 1,6 trilhões (isso mesmo, trilhão) de dólares (sim, dólares).
Estamos perdendo muitas oportunidades de crescer, o tempo todo, e isso parece aumentar cada vez mais. Só há um caminho possível para mudar esse grave sintoma de perda coletiva: transformar a mentalidade de toda a cadeia produtiva. Todas as empresas, desde as construtoras, passando pelas gerenciadoras, incluindo sobretudo os diversos fornecedores em vários segmentos, precisam dar um passo adiante e bancar o risco de mudar e isso requer basicamente o estabelecimento de algumas necessárias atitudes: a decisão de incluir e entender que a tecnologia está aí para nos ajudar e que devemos nos apropriar de suas ferramentas de uma vez por todas.
Mais do que a tecnologia, é necessário estudar eentender a fundo cada projeto, direcionando-o a uma linha de raciocínio única, convergente, assertiva e integrada.
Temos um dos setores mais atrasados do mundo nesse quesito, de digitalização (de processos, projetos e operações, efetivamente) e estamos literalmente ficando para trás de todos os demais setores produtivos por não termos nos conscientizado de que ser “digital” é um caminho sem volta. Enquanto setor ainda usamos pouco, e de forma pouco eficiente, a tecnologia. Aqui na Matec estamos mudando essa ótica, adotando há tempos todas as tecnologias que nos ajudam a ser mais produtivos e crescer.
Se pensarmos que o setor da construção emprega cerca de 7% da população mundial em idade produtiva e é um dos maiores da economia, com gastos anuais de US$ 10 trilhões em bens e serviços relacionados à atividade, entenderemos o tamanho das nossas perdas com a falta de produtividade.
Segundo o mesmo estudo na McKinsey que nos traz esses preocupantes dados, globalmente o crescimento da produtividade da mão de obra no setor de construção foi de 1% ao ano, em média, nas últimas duas décadas, em comparação à média de 2,8% de crescimento para a economia mundial como um todo e de 3,6% para o setor industrial.
Nos últimos 10 anos, uma amostra dos países analisados identificou que menos de 25% das empresas de construção civil foram capazes de atingir o mesmo nível de crescimento da produtividade alcançado pelas economias em que atuam.
As implicações desse descompasso estão além dos prejuízos financeiros: elas passam pela perda da credibilidade com atrasos na entrega e aumento de custos não previstos durante a execução de um projeto. Tanto a empresa que executa a obra quanto o seu cliente ficam tensos, inseguros e muitas vezes é preciso trabalhar além do necessário para colocar em dia algo que poderia ser melhor planejado, por exemplo.
Aqui na Matec esse planejamento é imprescindível e acontece na fase da pré-construção. É fundamental que consigamos visualizar todas as interações possíveis numa obra antes de ela acontecer. Prever problemas e antecipar soluções é o que torna boa parte das empresas nesse segmento, inclusive a Matec, diferentes em seu jeito de atuar. Acontece que essa preocupação precisa ser a regra, e não a exceção, em toda a cadeia produtiva.
A nova pesquisa sobre produtividade no setor da construção civil, realizada pelo MGI (MGI Construction Productivity Survey) confirma muitas das razões que estão por trás do continuado baixo desempenho desse setor. O fato de muitos dos contratos não estarem alinhados em termos de alocação de risco e recompensas também se torna um problema, ao lado da pouca transparência, da má gestão e execução dos projetos, habilidades insuficientes, desenho de processos inadequado e baixo nível de investimento no desenvolvimento de capacidades,P&D e inovação. Isso para citar alguns.
No horizonte das possíveis soluções, que é para onde sempre olhamos aqui na Matec, alguns caminhos são possíveis e é por causa disso que temos atuado proativamente, tentando ajudar sobretudo nossos parceiros, fornecedores e colaboradores a pensar e olhar adiante. Eles envolvem, necessariamente, o melhor uso da tecnologia e recursos digitais, o uso de novos materiais e a capacitação da mão de obra para lidar com todas essas ferramentas e informações, gerados para compor um banco de dados que nos dê absoluta confiança e segurança em cada projeto.
Neste sentido o desenvolvimento tecnológico tem que andar em estreito alinhamento com o desenvolvimento das habilidades e competências das pessoas, e nossa aposta aqui segue exatamente essas diretrizes. São nossos talentos que usam a tecnologia – não o contrário.
Outra dica que damos, que também já praticamos por aqui, é aprender a operar como um sistema de produção em massa, inspirado em processos de fabricação nos quais boa parte da construção é feita com componentes padronizados, pré-fabricados em uma planta, fora da área da obra. Chamamos esse modelo de industrial e sabemos que seu uso vem aumentando, com ganhos possíveis de produtividade de cinco a dez vezes.
Para sair do impasse em que nos encontramos é necessário que todos os setores envolvidos na área da construção se movimentemno sentido de sermos mais produtivos, garantindo um planejamento mais confiável e custos menores. As óbvias vantagens são motivos mais que suficientes para que possamos, todos juntos, superar o medo do risco e construir um novo caminho.
Ele começa, sempre, pelo primeiro passo. Aqui na Matec já estamos nesta jornada. Superamos, juntos, nossos próprios medos e arriscamos investir em tecnologia, conhecimento, informação e desenvolvimento (pessoal/profissional) contínuo para mudar sempre. Quer ajuda para iniciar a sua mudança? Conte conosco! O melhor jeito de chegar em qualquer lugar novo é sempre esse: juntos. Ah, e #conectados. 😊
Edifício sede da Leroy Merlin, projetado e executado pela Matec, já foi entregue com a inovação presente em nosso DNA
Por Mônica Teixeira Nunes, Arquiteta PMO na Matec
“A principal inovação neste projeto, do meu ponto de vista, foi a entrega de uma solução completa para o cliente, coisa que na época não existia”.
Em 1997, portanto quando a Matec tinha apenas 7 anos e ainda estava iniciando no mercado, ela já mostrava a que vinha e como seria reconhecida por décadas depois, inclusive entre seus concorrentes: uma empresa arrojada, que propunha soluções inovadoras em projetos altamente complexos. Foi o que aconteceu quando fizemos a primeira loja da Leroy Merlin no Brasil.
A Leroy Merlin chegou oficialmente ao Brasil em 1997. A primeira loja da rede no País foi aberta em 1998, em São Paulo, no bairro de Interlagos, zona sul da capital paulista. Um dos desafios desse projeto foi justamente o tempo de execução.
Era muito importante que o executivo Alain Ryckeboer, que hoje é o Diretor Geral da Leroy Merlin no Brasil e está aqui desde a vinda da rede para cá, estivesse presente na inauguração da loja. Para isso tivemos que propor soluções inovadoras e uma engenharia complexaque permitisse a entrega da loja para operação, finalizada e perfeita, na data que eles anunciaram ao mercado.
Na época eu atuava na Gerenciadora da Leroy, que intermediou todo o trabalho da Matec para esse cliente, lembro que uma das coisas que me impressionaram foi justamente a proposta de trabalho apresentada, completamente diferente do que as demais construtoras ofereciam, e trabalhávamos com muitas delas.
A principal inovação neste projeto, do meu ponto de vista, foi a entrega de uma solução completa para o cliente, coisa que na época não existia. A Matec entregava tudo o que normalmente precisávamos contratar de forma separada: o projeto, a obra em si, a mão de obra de cada etapa. Com a Matec tudo isso era integrado e entregue ao cliente num único pacote. Lembro que os projetos tinham uma especificidade técnica impressionante, bastante completa, com um cuidado especial na fase que hoje chamamos pré-construção.
Esse cuidado trazia, como resultado, uma obra construída bem mais rápido, dentro de um prazo curto, com especificações de estrutura e acabamentos feitas já na fase que antecede a construção. Ou seja: era possível antever o resultado das integrações necessárias no canteiro e suas implicações.
Como tínhamos pouco tempo para entregar todo o projeto (que incluía, além do galpão onde funcionaria a loja, o edifício administrativo, sede da empresa, que até hoje segue sendo o coração da Leroy no País), a solução da Matec propunha a estrutura (base do galpão) e a cobertura do salão de vendas, que na época foi feita em estrutura e telha metálica trapezoidal – tipo sanduíche, som isolamento térmico em isopor.
Hoje essa é uma solução bastante comum, mas na época era algo altamente inovador. Tratava-se de um tipo de cobertura que permitiria a redução no consumo do ar condicionado da loja, uma solução de manutenção do pós-venda que já revelava uma preocupação natural da empresa com a sustentabilidade integral do projeto, incluindo desde a redução de custos na operação até a diminuição do seu impacto ambiental.
Faziam parte ainda do escopo desse projeto a implantação de sistemas para garantir a eficiência energética, gestão e uso racional de água e qualidade do ambiente interno, além da presença de itens de proteção ambiental, como os diferentes tipos de pára-sóis (brises), metálicos e concreto.
Foi um contrato de Empreitada Global tipo “Turn Key”, com entrega total que garante o pleno funcionamento, proporcionando ganho de tempo em cronograma para o contratante. Outra especificidade desse projeto é que a maior parte dos produtos que abasteceram as gôndolas eram importados – assim a logística de toda a operação, recebimento de mercadoria e finalização da estrutura foi feita com o máximo de rigor num tempo mínimo.
Toda a superestrutura de concreto foi feita praticamente in loco, o piso de alta resistência do salão de vendas foi executado com tela soldada, com finalização utilizando régua vibratória, permitindo portanto um acabamento de excelência, outro diferencial que a Matec oferecia na época. A busca pelo uso de inovação e tecnologia nos processos construtivos sempre foi e continua sendo uma marca da Matec.
Por esse motivo a empresa passou a fazer parte do cadastro de construtoras que a gerenciadora onde eu trabalhava utilizava para concorrências de outros projetos.
Destaco o uso, na época, de uma solução arrojada, num tempo em que os processos e padrão da construção civil eram outros, mais engessado nas soluções construtivas e menos tecnológico. Outro ponto forte eram os orçamentos da empresa, muito bem detalhados, o que mostrava que a Matec tinha uma visão clara de todos os detalhes técnicos, com excelência, o que fazia com que suas propostas fossem sempre ricas e com uma visão profunda do negócio do cliente, que segue sendo a preocupação de todos na empresa até hoje.
Recentemente eu vi um grande movimento da Matec nas redes sociais e já estava decidida a fazer um novo movimento na minha carreira, de três décadas neste setor, ocupando diversas posições e lados do negócio.
Por isso fiz novamente contato com o Guto, que já era uma grande referência para mim, e fui convidada para integrar a equipe da nova Matec, que conserva como seus valores alguns dos quais são também meus valores pessoais: integridade, preocupação com a excelência em suas entregas e em sustentar relações sólidas, o que só se garante com um trabalho muito bem feito.
Esse compromisso de entregar o que foi prometido, superar e surpreender positivamente o cliente utilizando os melhores recursos e soluções segue sendo o mesmo forte da Matec de antes e da Matec de hoje, onde tenho o privilégio de fazer parte da construção de novos sonhos para novos clientes, agora como colaboradora.
Que venham mais três décadas de histórias de sucesso para contarmos, juntos, do mesmo lado. Porque juntos é mesmo a melhor forma de fazer algo grandioso.
Responsabilidade e transparência – nas informações e seus atos
Por Alexander Villas-Bôas, CFO na Matec
“Aqui na Matec consideramos que a sustentabilidade de uma empresa seja a base de toda a relação.”
Accountability parece ser a palavra da vez no que se refere à sustentabilidade das organizações neste futuro que já começou. Vamos falar, neste artigo, sobre os princípios que regem essa prática que, de forma simples, podemos traduzir como a responsabilidade da empresa em todos os seus atos, o que demanda mais transparência no trato e comunicação das suas informações.
Para começar, o quanto isso é importante para um negócio?
Aqui na Matec consideramos que a sustentabilidade de uma empresa seja a base de toda a relação – tanto com clientes quanto com parceiros e fornecedores. Por conta disso nossas políticas fazem parte de nossos contratos, que somente são assinados com o conhecimento dessas cláusulas e a ciência de suas condições, por todos.
O que significa, afinal, a expressão Accountability?
Trata-se de um termo da língua inglesa que pode ser traduzido para o português como responsabilidade com a ética e remete à obrigação, à transparência, de membros de um órgão administrativo ou representativo de prestar contas a instâncias controladoras ou a seus representados.
Outro termo usado numa possível versão portuguesa é responsabilização, também traduzida como prestação de contas. Significa, numa visão ampla, que quem desempenha funções de importância na sociedade (seja uma empresa, uma instituição pública, um órgão regulador, etc.) deve regularmente explicar o que está fazendo, como faz, por qual motivo faz, quanto gasta e o que vai fazer a seguir.
Parece complexo e burocrático, mas o fato é que são essas premissas que definem se um negócio e uma parceria serão ou não possíveis. Para contratarmos um fornecedor, por exemplo, precisamos ter a garantia de que ele cumpre todas as obrigações legais em seu negócio. Ele precisa ter as certificações, assumir a responsabilidade sobre os seus atos e desempenhar atividades essenciais como pagar corretamente seus funcionários, recolher os impostos devidos, além de ter e sustentar uma política de governança que controle seus gastos e analise sua saúde financeira, cuidar do meio ambiente e utilizar boas práticas de gestão, para citar alguns cuidados. Isso pode ser (e tem que ser) aferido e comprovado.
Num mundo tão diverso e multiconectado não podemos, por exemplo, ter uma relação com um parceiro que não atenda as exigências legais mínimas. E quando um erro é cometido, por mais que sejam tomadas todas as medidas preventivas, todos implicados no negócio são prejudicados – e esses prejuízos podem, inclusive, além de trazer um dano à imagem da companhia, determinar a falência de uma empresa.
Por isso esses cuidados não são apenas uma obrigação que nos isenta de responsabilidades jurídicas – são práticas necessárias para a reputação de todo negócio. Não há como uma empresa se manter saudável e sólida, ter sua reputação protegida e assegurada, se não pratica uma gestão cuidadosa e rigorosa em termos éticos. Sabemos e temos visto nos noticiários quanto prejuízo financeiro uma empresa pode ter quando tem sua reputação atingida – porém, como dissemos, mais do que a implicação financeira ou jurídica, há a implicação ética envolvida.
Atualmente, para trabalhar em uma empresa, os próprios colaboradores tratam de investigar todas as informações da mesma: analisam seus números, seus valores, entendem suas políticas, checam as suas relações, certificações, selos, etc. Se não há aderência da cultura da empresa à cultura do indivíduo, e ainda bem que temos cada vez mais cidadãos exigentes, os colaboradores simplesmente não entram naquela empresa. Vivemos num mundo onde, mais importante do que o salário ou os benefícios financeiros, está o sentido e o propósito daquela organização, o seu papel, as suas práticas e como ela se enquadra na sociedade em que vivemos
Por isso, ser transparente e utilizar a comunicação para fazer chegar os números e dados a todos os stakeholders envolvidos no negócio (dos colaboradores aos clientes, passando pelos fornecedores e parceiros) é essencial para a solidez de uma empresa.
A Matec se mantém há quase três décadas por conta dessas práticas em seu DNA. Atravessar momentos econômicos difíceis, como atravessamos, faz parte do risco do negócio, contudo, manter-se leal aos seus valores éticos e compromissos com todos foi fundamental para que chegássemos até aqui. Por isso a Matec mantém canais de comunicação tanto com os seus colaboradores quanto com seus parceiros, fornecedores e clientes, com a preocupação constante de mitigar riscos, resolver potenciais problemas e promover o bem-estar de todos. O objetivo é justamente manter a transparência e a ética em todas as nossas relações.
Estamos passando por um momento muito desafiador quando se trata de corrupção, tanto em nível nacional quanto internacional. Por isso aplicar normas e regras que garantam o correto funcionamento das atividades de uma empresa tem sido determinante, inclusive para o fechamento (ou recusa) de contratos e acordos.
Indicadores como o IPC (Índice de Percepção da Corrupção) começam a ser levados em consideração quando uma multinacional decide investir, por exemplo, num determinado país.
Precisamos, mais do que nunca, nos organizar enquanto cadeia produtiva, em nosso setor em especial, para que esse modelo de gestão comprometido com a ética e a transparência das relações, dos dados e das informações seja uma regra – e não a exceção.
Só assim reconstruiremos as bases da nossa economia para uma retomada sólida, consistente, duradoura. Sem transparência, ética, normas e regras claras, morreremos na praia. Aqui na Matec, a gente acredita que pode mudar, melhorar e ajudar a transformar o jeito de fazer negócios. Porque atitudes éticas e transparentes, regidas por códigos claros, também podem ser como o otimismo do brasileiro: contagiante!
Do BIM ao que ainda não tem nome: a inovação como premissa por trás de todos os empreendimentos da Matec
“Aprendemos que só conseguimos realizar tudo isso quando compartilhamos o nosso conhecimento”
Essa semana foi marcada por dois acontecimentos que refletem a Matec importantes contribuições que estamos oferecendo ao mercado, desde a nossa fundação, há quase três décadas, passando pelo momento em que apostamos e trouxemos o BIM para o Brasil, até a entrega da primeira loja dentro de um novo escopo de trabalho em que, mais uma vez, fomos desafiados a mudaro modo de fazer e pensar Engenharia.
O primeiro momento foi a visita, no sábado (31/08), de 50 alunos do curso de Engenharia Civil do Instituto Mauá em um dos nossos canteiros de obra. A ideia dos estudantes era conhecer, na prática, como a Matec utiliza o BIM. Já compartilhamos com os alunos da Mauá, através de palestras na própria universidade, todo o conceito do BIM e como o utilizamos dentro dos nossos projetos, mas desta vez tivemos a oportunidade de poder mostrar na prática os resultados do uso do BIM em um dos nossos maiores empreendimentos atualmente: a execução de três torres corporativas que integram o Complexo Parque da Cidade, na capital paulista.
O mais interessante é que, quando paramos para explicar o que fazemos, nos damos conta de quanto conhecimento temos e o quanto empreender soluções inovadoras significativas nos colocou à frente, reconhecidos técnica e estrategicamente, por todos os segmentos: desde ouniverso acadêmico, passando pelo próprio mercado de Engenharia até os nossos clientes de variados segmentos e negócios de atuação.
O segundo momento, que também aconteceu neste mesmo sábado, é a prova desse reconhecimento pelos nossos clientes especificamente numa área onde começamos nossa atuação, o setor de varejo/hipermercados.
Fomos contratados para desenvolver projetos e construção para reformar e transformar o layout de uma série de lojas de umagrande rede varejista, reconhecida em todo o País, e a Loja 1 já foi entregue nos trazendo a certeza de que somos capazes de superar os desafios mais complexos quando trabalhamos de forma integrada, com as disciplinas conectadas para reunir inteligência e dados, o que fazemos na pré-engenharia.
Por isso cada projeto nosso é uma espécie de novo negócio, que internamente chamamos de uma nova startup que abrimos, juntos, quando um novo cliente (ou um novo projeto de um mesmo cliente) chega. Todos os recursos, desde o projeto, planejamento e estudo, passando pelos custos e pela previsão de manutenção dos equipamentos que serão colocados naquele local, a integração e contratação das pessoas certas, pensando nas melhores soluções e entendendo a fundo o negócio daquele cliente, são únicos.
Não há, por isso, um projeto igual ao outro em toda a nossa história. A única constante em todos eles são a inovação como principal matéria prima e as pessoas como recurso mais valioso.
Na obra do Parque da Cidade, para citar como exemplo, monitoramos a obra através de aerofotogrametria com drones que geram imagens georreferenciadas, levantamentos topográficos, ortomosaico 2D ou 3D e modelo digital de superfície para o controle de planejamento e produção.
O planejamento em 4D, que usamos desde a implementação do BIM, é um dos achados de maior relevância e que também utilizamos em todas as nossas obras atualmente. Outra inteligência que trouxemos foi investir na maior parte do projeto num formato industrializado, o que garante a eficácia e segurança da execução obra, já que boa parte dos materiais são moldados previamente, e na obra eles apenas são montados.
Também destaco os desafios de logística dos empreendimentos que entregamos, pela sua natureza diversa. Realizamos projetos que variam imensamente em termos do espaço e condições de construção, indo desde o retrofit completo de um prédio em funcionamento, com pouco espaço para realizar manobras com materiais e equipamentos, até a construção do zero, desde a fundação, de uma grande fábrica de automóveis em que as especificidades do solo tem que ser consideradas, os potenciais problemas mitigados e as licenças e regulamentações cumpridas.
Não há um dia em que não olhemos os projetos em que não pensemos: como conseguimos resolver esse desafio?Como fomos capazes de chegar até aqui? Não há um cliente que não se impressione, um engenheiro que trabalhe conosco que não aprenda tanto ou mais do que aprendeu em sua própria formação.
Acontece que esse resultado só é possível porque aliamos, ao conhecimento técnico adquirido e fundamental, a capacidade de sonhar alto, de imaginar que não há nada que seja “impossível”, que esteja fora do nosso alcance.
Não porque somos os melhores, mas porque aprendemos que só conseguimos realizar tudo isso quando compartilhamos o nosso conhecimento, quando treinamos corretamente nossas equipes e parceiros e damos a eles a confiança para que ousem nas propostas, nas soluções e sejam milimétricos para entregar tudo com o máximo de segurança e precisão, no menor tempo, dentro do menor custo possível – sem abrir mão da qualidade.
Isso que chamamos de Metodologia Connect não está só nos projetos que desenhamos. Está no ambiente que construímos, dentro de “casa”, com nossas equipes.Esta segunda casa que a Matec é para todos nós. É o “empuxo” que nos força a olhar, sempre, adiante. É a matéria-prima dos sonhos.
Os melhores: aqueles que conseguimos realizar. Juntos.