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23 de setembro de 2026  

IFS na Matec: integração de processos e nova etapa do projeto

IFS na Matec: uma nova etapa na integração dos processos

A Matec avança na implantação do IFS, reforçando integração entre áreas, padronização de rotinas e uma gestão cada vez mais estruturada.

A Matec está avançando na implantação do IFS, novo sistema que apoiará a gestão e a execução dos processos da companhia.

Mais do que uma mudança de ferramenta, o projeto envolve uma transformação na forma como as áreas trabalham, com foco em integração, padronização de rotinas e informações mais confiáveis.

Hoje, a implantação já alcançou 60% de avanço e entra em uma etapa especialmente importante: os testes.

É nesse momento que aquilo que foi mapeado começa a ser validado a partir das diferentes situações que fazem parte da rotina da Matec.

Um projeto construído por etapas

O projeto começou a ganhar forma em janeiro de 2025, com a assinatura do contrato e o início da preparação para o Kickoff, realizado em fevereiro de 2026.

Em março de 2026, teve início o mapeamento dos processos, etapa fundamental para compreender as rotinas da Matec e alinhar as necessidades das diferentes áreas ao novo sistema.

A partir de julho, começamos os treinamentos no IFS, avançando na preparação das equipes para a utilização da nova plataforma.

Atualmente, estamos nos preparando para a próxima etapa do projeto, com o início dos testes de cenários previsto para outubro. Na sequência, o projeto avançará para os testes integrados, envolvendo as diferentes áreas e processos.

Os dados necessários já foram migrados e, neste momento, as equipes estão em fase de treinamentos e validação de cenários no sistema.

O Go Live está previsto para 4 de janeiro de 2027, quando o IFS deverá entrar efetivamente em operação.

Agora, o foco está nos testes

Um processo pode estar mapeado e, ainda assim, apresentar particularidades quando encontra a rotina.

Existem exceções, situações menos frequentes e diferentes cenários que só quem trabalha diariamente com cada atividade consegue reconhecer.

É justamente por isso que a participação das áreas ganha ainda mais importância nesta fase.

O objetivo agora é explorar a ferramenta, testar o maior número possível de situações e identificar eventuais ajustes antes da entrada em operação.

Quanto mais cenários forem validados nesta etapa, maior será a segurança para o Go Live.

O conhecimento das equipes faz diferença

Boa parte dos processos já foi mapeada. Mas são os usuários que conhecem, na prática, os detalhes de cada rotina.

São eles que conseguem identificar uma exceção, lembrar de uma situação específica ou perceber quando determinado cenário precisa ser testado de outra forma.

Por isso, a implantação do IFS não depende apenas da tecnologia.

Ela também passa pelo conhecimento das equipes e pela participação de quem estará, de fato, utilizando o sistema no dia a dia.

Nesta fase, testar significa colocar o IFS diante da realidade da Matec e verificar como ele responde aos diferentes cenários da operação.

Integração, padronização e informação mais confiável

Com a implantação do IFS, a Matec avança em três pontos centrais do projeto:

Integração entre áreas: aproximar processos e informações que fazem parte da rotina de diferentes equipes.

Padronização de rotinas: criar uma base mais consistente para a execução dos processos.

Informações mais confiáveis: apoiar a gestão e a execução a partir de dados e informações organizados no sistema.

São mudanças que acontecem na estrutura da companhia e fazem parte de um trabalho contínuo de evolução da forma de gerir os processos.

Uma Matec que também evolui por dentro

A engenharia está em constante transformação. Novas tecnologias, métodos e formas de trabalhar fazem parte dessa evolução.

Na Matec, a melhoria contínua também passa pela forma como organizamos nossos processos, conectamos as áreas e construímos um ambiente cada vez mais preparado para os desafios do dia a dia.

Esse olhar busca gerar melhores resultados para todos que fazem parte dos nossos projetos: nossa equipe, nossos parceiros e, claro, nossos clientes.

A implantação do IFS faz parte desse caminho. Uma evolução na forma de gerir, integrar informações e preparar a companhia para seguir avançando com mais estrutura.

Até o Go Live, o trabalho continua com treinamentos, testes e validações, sempre com a participação de quem conhece a rotina da Matec de perto.

Colaboração
John Dias
Analista de Processos e BI na Matec.

Juntos construímos obras incríveis! Juntos somos #connect.

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14 de setembro de 2026  

Matec Engenharia amplia repertório na Feira Construir Aí

Matec Engenharia amplia repertório na Feira Construir Aí 2026

O que uma visita a uma feira pode levar para dentro de um projeto ou de um canteiro de obras?

Novas referências, soluções para analisar, conexões com o mercado e ideias que podem ajudar a responder aos desafios da construção civil.

Foi com esse olhar que a equipe técnica e de obras da Matec Engenharia participou da 5ª edição da Feira Construir Aí, realizada no Expocentro Balneário Camboriú.

O evento reuniu mais de 230 expositores e diferentes empresas e profissionais da construção civil em torno de temas como tecnologia, materiais, sustentabilidade e inovação.

Para a Matec, estar presente em encontros como esse faz parte de um movimento contínuo de acompanhar o setor, ampliar repertório e entender de perto o que pode contribuir para projetos e obras cada vez mais eficientes.

Inovação começa com repertório

Na construção civil, acompanhar o que está sendo desenvolvido no mercado ajuda a ampliar as referências disponíveis para cada novo desafio.

Durante a Feira Construir Aí, o time da Matec teve contato com tecnologias, materiais, equipamentos e diferentes soluções voltadas ao setor.

Mas conhecer uma novidade é apenas o primeiro passo.

O olhar técnico está justamente em observar como cada solução funciona, quais necessidades pode atender e de que forma pode contribuir para processos, projetos e canteiros mais eficientes.

É desse contato com diferentes possibilidades que surgem novas perguntas, referências e caminhos para continuar evoluindo a engenharia.

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Novas soluções. Novos caminhos.

Materiais, recursos e tecnologias estão em constante evolução. Para quem trabalha com obras complexas, acompanhar esse movimento ajuda a identificar possibilidades para otimizar processos e apoiar decisões ao longo dos projetos.

Isso não significa incorporar tudo o que é novo.

Significa conhecer, analisar e entender o que realmente faz sentido para cada realidade de obra.

Eficiência, desempenho, viabilidade, segurança e aplicação prática fazem parte dessa avaliação.

É assim que a inovação deixa de ser apenas uma possibilidade e passa a integrar uma engenharia cada vez mais conectada às necessidades dos projetos e dos clientes.

Conexões que fazem avançar

Uma feira também é feita das conversas que acontecem entre um estande e outro.

Ao longo da visita, a equipe Matec esteve em contato com parceiros, fornecedores e profissionais do setor, fortalecendo relações e conhecendo diferentes perspectivas sobre os desafios atuais da construção civil.

São encontros que ampliam repertório porque aproximam conhecimentos, experiências e diferentes formas de olhar para um mesmo problema.

Para a Matec, conectar pessoas e conhecimentos também faz parte da forma de inovar.

É nessa construção conjunta, entre equipes, parceiros e mercado, que novas possibilidades podem começar a tomar forma.

Do evento para a obra

O repertório construído fora do canteiro ganha outra dimensão quando volta para o dia a dia dos projetos.

As referências conhecidas durante a feira se somam à experiência das equipes Matec e ajudam a alimentar novas análises, conversas e decisões.

Nem toda solução terá aplicação imediata. Mas acompanhar o que está sendo desenvolvido, compreender novas possibilidades e manter o time próximo do mercado é parte importante de estar preparado para os desafios que vêm pela frente.

O repertório ganha valor quando ajuda a tomar decisões melhores e construir obras mais eficientes.

Seguimos conectando pessoas, conhecimento e engenharia para inovar, evoluir e construir juntos.

Juntos, construímos obras incríveis! 

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2 de setembro de 2026  

Liderança executiva: Matec no Fórum AAPSA

Liderança em transformação: Matec leva ao Fórum AAPSA um debate sobre pessoas, inovação e futuro do trabalho

O que uma organização precisa preservar enquanto o mercado, a tecnologia e as relações de trabalho continuam mudando?

Essa foi uma das reflexões levadas pela Matec ao Fórum AAPSA, por meio da participação de Ana Karina Rodrigues, Diretora de Gente e Gestão da Matec Engenharia, no Fórum Executivo CEOs & CHROs, realizado no dia 27 de agosto, em São Paulo.

Ana integrou o painel “A Crise Global de Liderança Executiva”, ao lado de profissionais de diferentes organizações. A conversa passou por cultura, inteligência artificial, saúde mental, mudanças geracionais e pelo papel de quem precisa conduzir pessoas e negócios enquanto o próprio ambiente de trabalho também se transforma.

Foi nesse contexto que ela trouxe uma pergunta simples, mas que ajuda a organizar boa parte desse debate:

“A gente está vivendo um ciclo […] de revisitar sua cultura e dizer assim: olha, do que eu não abro mão?”

Ana Karina Rodrigues | Diretora de Gente e Gestão da Matec

O que muda e o que continua sendo essencial

Na Matec, essa discussão acontece dentro de uma realidade muito concreta. Cada empreendimento traz um contexto próprio, assim como cada cliente, segmento e desafio de execução.

Ana explicou que essa diversidade exige uma capacidade permanente de adaptação. “A gente está se reinventando todo dia porque eu tenho um cliente diferente e eu entrego um produto e uma experiência diferente para este cliente”, afirmou.

Mas se reinventar não significa começar do zero a cada projeto.

Há princípios que permanecem. Durante o painel, Ana reforçou que a Matec quer continuar sendo referência em engenharia e construindo com previsibilidade, segurança e planejamento.

É justamente aí que aparece uma das tensões mais interessantes da inovação na construção civil: o novo precisa avançar, mas aquilo que chega à obra precisa funcionar.

E Ana resumiu essa relação de uma forma que traduz bem o dia a dia dos projetos:

“Cada obra é uma startup. Mas, quando entrou em linha de produção, é excelência operacional.”

Ana Karina Rodrigues

A ideia ajuda a separar dois momentos importantes. Existe espaço para testar, questionar e desenvolver soluções. Quando essa inovação chega à operação, porém, precisa se transformar em engenharia aplicável.

Como Ana colocou, é o momento de trazer “a inovação, a ideia, o projeto disruptivo que foi testado” para a realidade de previsibilidade, planejamento, custo, execução e cronograma.

Essa preocupação também aparece pela perspectiva de quem recebe o resultado final. Durante o debate, ela foi direta: “Eu quero confiabilidade, eu quero segurança, eu quero previsibilidade. Então, ao mesmo tempo, é um segmento que eu preciso também inovar.”

Não se trata, portanto, de escolher entre inovação e controle. O desafio está em fazer os dois avançarem juntos.

Pessoas no centro da transformação

Quando o debate chegou às mudanças provocadas pela tecnologia e pelas novas relações de trabalho, Ana propôs ampliar o olhar.

“Eu queria colocar o indivíduo como centro disso”, afirmou.

É uma mudança importante de perspectiva. Inteligência artificial, novos processos e novos modelos de trabalho podem transformar organizações, mas continuam sendo pessoas que precisam compreender, incorporar e conduzir essas mudanças.

E isso inclui quem está na liderança.

Para Ana, os executivos também precisam olhar para a forma como estão atravessando esse cenário. Ela falou sobre o compromisso de “olhar para nós mesmos, para dentro de nós” e sobre a necessidade de encontrar formas de se autorregular diante de tantas demandas acontecendo ao mesmo tempo.

Daí surge uma das reflexões mais importantes de sua participação:

“Líderes saudáveis, seja emocionalmente, espiritualmente, fisicamente, eu acredito que estarão melhor preparados para conduzir essa transformação ao longo da organização.”

Ana Karina Rodrigues

A pergunta que veio em seguida deixa o ponto ainda mais claro: se quem lidera não estiver bem, como conseguirá conduzir outras pessoas em um processo de transformação?

Quando essa conversa chega ao canteiro

Na construção civil, esse debate ganha características próprias.

Ana compartilhou que 94% dos profissionais nos canteiros da Matec são homens e que a idade média está na faixa dos 50 anos. É um contexto em que questões geracionais e culturais também precisam entrar na conversa sobre gestão de pessoas.

Ela lembrou que, para muitos desses profissionais, falar sobre sentimentos não fazia parte da formação familiar e muito menos do ambiente de trabalho.

Isso ajuda a entender por que temas como saúde mental não podem ficar restritos ao ambiente corporativo ou às discussões entre lideranças.

Existe um desafio de comunicação.

Como Ana observou durante o painel, conseguir transportar essas conversas “para a última ponta de qualquer negócio” é um desafio adicional.

Na prática, colocar as pessoas no centro também significa aproximar estratégia e operação, criar espaços de escuta e encontrar formas de fazer com que temas discutidos pela liderança façam sentido no cotidiano das equipes.

Trocar experiências também faz parte de evoluir

O Fórum Executivo CEOs & CHROs da AAPSA reuniu profissionais com diferentes trajetórias para discutir questões que hoje atravessam organizações de diferentes setores.

Para a Matec, estar presente nesses espaços amplia a conversa para além da própria empresa.

É uma oportunidade de compartilhar experiências construídas na engenharia, ouvir como outras organizações estão enfrentando desafios semelhantes e trazer novas perspectivas para dentro do negócio.

Agradecemos à AAPSA pelo convite, pelo espaço de troca e por reunir profissionais dispostos a compartilhar experiências em torno de um debate tão importante.

Ouvir outras perspectivas, dividir aprendizados e continuar construindo juntos também faz parte da forma Matec de evoluir.

Juntos, construímos obras incríveis! 

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25 de agosto de 2026  

Da fábrica ao canteiro: a jornada dos chillers do Hospital Unimed Jundiaí

Da fábrica ao canteiro: a jornada dos chillers do Hospital Unimed Jundiaí

Antes de um equipamento chegar ao canteiro, muita engenharia já aconteceu. No Hospital Unimed Jundiaí, dois chillers Carrier de 225 TR cada ajudam a mostrar isso na prática.

Antes de serem içados e posicionados na obra, esses mesmos equipamentos já haviam sido acompanhados pelo time de Instalações da Matec na fábrica da Carrier, durante o TAF/FAT, o teste de aceitação realizado antes do envio.

Primeiro, os testes em fábrica. Depois, a chegada à obra. Agora, o içamento e posicionamento.

Etapas diferentes de um mesmo processo, que continua até a entrega final ao cliente.

O primeiro capítulo aconteceu na fábrica da Carrier

O trabalho com os dois chillers começou antes de eles chegarem ao Hospital Unimed Jundiaí.

Na fábrica da Carrier, o time de Instalações da Matec acompanhou o TAF/FAT dos equipamentos.

FAT é a sigla para Factory Acceptance Test, ou teste de aceitação em fábrica. É nessa etapa que a performance do equipamento pode ser testada, validada e documentada antes do envio para a obra.

Para os chillers do Hospital Unimed Jundiaí, esse acompanhamento faz parte do processo de diligenciamento e comissionamento dos equipamentos de climatização.

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Matec engenharia FAT de dois chillers Carrier de 225 TR para o Hospital Unimed Jundiaí_4

Ao realizar essa verificação ainda na fábrica, é possível avançar para as próximas etapas com mais informação sobre os equipamentos, reduzir riscos antes do envio e contribuir para um start-up mais rápido e uma operação mais estável.

Ou seja: quando os chillers chegaram ao canteiro, sua história com a obra já havia começado.

Depois do FAT, a obra entra em cena

Com a etapa na Carrier concluída, os dois chillers seguiram para o Hospital Unimed Jundiaí.

No canteiro, chegou a vez de uma das operações mais visíveis dessa trajetória: o içamento e posicionamento dos equipamentos.

Colocar dois chillers de 225 TR em sua posição na obra exige planejamento, acompanhamento técnico e coordenação entre os profissionais envolvidos.

Nesta etapa, Matec, Rankine Engenharia e os demais profissionais trabalharam lado a lado para que a operação acontecesse com atenção à segurança, à qualidade e à sequência dos trabalhos.

Os mesmos chillers acompanhados na fábrica agora estavam no canteiro, prontos para uma nova fase.

Mas o içamento não encerra o processo. É mais uma etapa de uma jornada que continua até a entrega ao cliente.

Do FAT ao comissionamento: como essa jornada acontece?

Quando vemos um equipamento de grande porte sendo içado, é natural que esse momento concentre a atenção.

Só que há muito trabalho antes e depois dessa operação.

No processo de diligenciamento e comissionamento, diferentes etapas se sucedem até a entrega final ao cliente:

  • Especificação técnica
  • Aquisição
  • Projeto e fabricação
  • Inspeções e testes em fábrica
  • TAF/FAT
  • Entrega e instalação
  • Testes funcionais
  • Comissionamento e testes em obra
  • Documentação técnica
  • Treinamento e operação assistida
  • Entrega final ao cliente

O importante é não olhar para esses momentos de forma isolada.

O que foi acompanhado na fábrica leva informação para a obra. A instalação prepara os testes seguintes. E cada nova etapa dá continuidade ao trabalho que começou antes mesmo de o equipamento chegar ao canteiro.

O que é diligenciamento de equipamentos?

O diligenciamento faz parte do acompanhamento técnico do equipamento ao longo do processo de fornecimento.

No caso dos chillers do Hospital Unimed Jundiaí, uma dessas etapas foi o acompanhamento realizado ainda na fábrica da Carrier durante o FAT.

A lógica é antecipar.

Em vez de concentrar todas as verificações depois que o equipamento chega ao canteiro, parte desse acompanhamento acontece antes.

Isso permite que mais informações cheguem com o equipamento à obra e que o acompanhamento técnico tenha continuidade nas fases seguintes.

Quando falamos de equipamentos importantes para a operação de um hospital, esse cuidado ganha ainda mais relevância.

E onde entra o comissionamento?

O comissionamento acompanha as etapas que levam o equipamento e o sistema até sua preparação para a entrega e a operação.

Por isso, o trabalho com os chillers não termina quando eles chegam à posição definitiva na obra.

Depois do içamento, a sequência ainda contempla:

  • Instalação
  • Testes funcionais
  • Comissionamento e testes em obra
  • Documentação técnica
  • Treinamento
  • Operação assistida
  • Entrega final ao cliente

O FAT foi uma parte dessa história. O içamento, outra.

E o trabalho continua nas próximas etapas, até que esses equipamentos estejam preparados para a operação.

Em um hospital, climatização vai muito além do conforto

Sistemas de climatização têm uma função especialmente importante em ambientes hospitalares.

Nesse contexto, climatização envolve eficiência, segurança, confiabilidade e continuidade.

Por isso, o cuidado com os equipamentos não começa apenas quando eles entram em funcionamento.

Ele passa pela especificação, fabricação, testes, chegada à obra, instalação e comissionamento.

Quando essas etapas são acompanhadas de perto, a equipe chega às fases seguintes com mais informação e consegue manter o trabalho alinhado ao que o projeto e o cliente precisam.

Trabalhar conectado é fazer uma etapa conversar com a próxima

A trajetória desses dois chillers também ajuda a mostrar como o Connect acontece na prática na Matec.

Na fábrica, o time de Instalações acompanha os equipamentos durante o FAT. No canteiro, outros profissionais e parceiros se somam ao trabalho nas etapas de chegada, içamento, instalação e, depois, comissionamento.

Cada etapa pede conhecimentos diferentes. E é a troca entre essas pessoas que ajuda a levar aprendizados e informações de uma fase para a outra.

Para a Matec, trabalhar conectado passa por isso: aproximar equipes e parceiros, compartilhar o que cada um sabe e manter o cliente no centro das decisões.

O que foi acompanhado na Carrier continua fazendo parte do trabalho quando os equipamentos chegam ao canteiro. E o que acontece agora na obra prepara os próximos passos dessa entrega.

E a jornada dos chillers continua

Hoje, os dois chillers de 225 TR já passaram pelo FAT na fábrica da Carrier e pela etapa de içamento e posicionamento no Hospital Unimed Jundiaí.

Agora, o trabalho segue no canteiro.

Ainda virão instalação, testes funcionais, comissionamento e testes em obra, documentação técnica, treinamento e operação assistida até a entrega final ao cliente.

Do teste na fábrica ao içamento, já acompanhamos dois momentos importantes dessa trajetória.

Os próximos capítulos acontecem na obra.

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3 de agosto de 2026  

Visita técnica aproxima Propostas e Orçamentos da rotina da obra

Visita técnica aproxima Propostas e Orçamentos da rotina da obra | Matec Engenharia e Atlas Schindler

Na sexta-feira, 17 de julho, o time de Propostas Técnicas e Orçamentos da Matec visitou a obra de ampliação da nova sede da Atlas Schindler.

A equipe saiu do escritório para acompanhar de perto o ambiente em que o planejamento se transforma em execução. A visita permitiu observar a dinâmica do canteiro, conversar com os profissionais envolvidos e compreender melhor os desafios presentes no projeto.

Da proposta para o canteiro

O trabalho de Propostas Técnicas e Orçamentos exige leitura cuidadosa de cada projeto e entendimento das condições que podem influenciar sua execução.

Estar na obra ajuda a aproximar esse trabalho da rotina do canteiro. O contato direto com a execução contribui para validar premissas, ampliar a compreensão dos desafios construtivos e fortalecer o repertório técnico da equipe.

Esse aprendizado retorna para o processo de elaboração das propostas, tornando as análises cada vez mais conectadas às necessidades de cada projeto.

Conhecimento construído na prática

A visita também favoreceu a troca entre os profissionais que atuam na elaboração das propostas e as equipes que acompanham a obra no dia a dia.

Essa proximidade permite compartilhar experiências, alinhar percepções e compreender como diferentes decisões se refletem na execução.

Para o time de Propostas Técnicas e Orçamentos, acompanhar esse processo de perto é uma forma de aprimorar o trabalho desenvolvido antes do início da obra, com propostas mais assertivas e competitivas.

Integração entre áreas

A iniciativa traduz o Connect na prática: áreas próximas, equipes engajadas e conhecimento compartilhado.

Ao conectar quem planeja, quem orça e quem executa, a Matec fortalece uma visão integrada dos projetos. Essa troca ajuda a alinhar o trabalho das equipes e mantém o cliente no centro das decisões.

A visita à obra da Atlas Schindler reforçou um princípio presente na forma de trabalhar da Matec: planejamento e execução precisam caminhar juntos.

Matec. Juntos, construímos obras incríveis.

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6 de julho de 2026  

Matec: Ana Rodrigues é indicada ao RHs Mais Admirados 2026

Matec tem Ana Rodrigues indicada à pesquisa CEOs e RHs Mais Admirados 2026

Vote Aqui

A indicação de Ana Rodrigues, Diretora de Gente e Gestão da Matec Engenharia, à pesquisa CEOs e RHs Mais Admirados 2026 reconhece uma jornada coletiva de transformação cultural, liderança e desenvolvimento de pessoas.

Ana Rodrigues, Diretora de Gente e Gestão da Matec Engenharia, foi indicada à pesquisa CEOs e RHs Mais Admirados 2026, iniciativa promovida pelo Grupo Gestão RH, com apoio técnico da FGV in Company.

Para a Matec, essa indicação representa mais do que uma trajetória individual. Ela também reflete uma jornada construída por muitas mãos, com o envolvimento de lideranças, equipes das obras, áreas corporativas e pessoas que participam diariamente da evolução da empresa.

Quando a cultura evolui, o reconhecimento também chega. E, neste caso, ele reforça um movimento que a Matec vem construindo nos últimos anos com foco em desenvolvimento de pessoas, liderança próxima, accountability, segurança psicológica e preparação da organização para o futuro.

Quando a cultura da Matec evolui, o reconhecimento também chega

Nos últimos anos, a Matec vem avançando em uma transformação cultural que fortalece a forma como a empresa desenvolve pessoas, prepara lideranças, conecta equipes e conduz decisões em ambientes de alta responsabilidade.

Essa evolução envolve temas essenciais para uma organização que atua em obras complexas, como accountability, segurança psicológica, colaboração, escuta ativa, protagonismo e liderança como gestora de pessoas e processos.

Esse movimento mostra a forma como a Matec trabalha, decide, aprende e se prepara para seguir evoluindo. Ele aparece na rotina das equipes, na integração entre obras e áreas corporativas, na maturidade das conversas e na construção de ambientes com mais confiança para aprender e avançar.

Vote Aqui

Uma jornada Matec construída por muitas mãos

A atuação de Gente e Gestão tem um papel importante nessa construção. Mas a indicação da Ana também fala sobre uma transformação que acontece em toda a organização.

Ela está presente nas lideranças que desenvolvem pessoas, nos times que assumem responsabilidades com mais autonomia, nas conversas que abrem espaço para aprender e melhorar, e na conexão entre obra, escritório e estratégia.

Na Matec, cultura não é apenas um discurso institucional. Ela aparece nas escolhas que fortalecem a forma de trabalhar, liderar, colaborar e evoluir juntos.

Na Matec, liderança também é desenvolvimento de pessoas

Em uma empresa de engenharia, grandes entregas dependem de planejamento, integração, responsabilidade e pessoas preparadas para transformar decisões em ação.

Por isso, fortalecer a liderança como gestora de pessoas e processos é parte essencial da evolução da Matec. Líderes mais preparados ampliam a qualidade das conversas, apoiam o desenvolvimento dos times, fortalecem a responsabilidade compartilhada e ajudam a criar ambientes com mais confiança para falar, aprender e avançar.

Essa preparação conecta o presente ao futuro da organização, apoiando uma Matec ainda mais humana, colaborativa, inovadora e pronta para seguir construindo obras incríveis.

Vote agora

A Matec preparada para o futuro

A transformação cultural da Matec também está ligada à forma como a empresa se prepara para os próximos desafios da engenharia, da construção e da gestão.

A empresa vem fortalecendo uma cultura capaz de aprender, adaptar, integrar diferentes áreas e tomar decisões com responsabilidade. Esse movimento coloca as pessoas no centro da evolução, sem perder de vista a qualidade das entregas, a inovação aplicada e o compromisso com clientes, parceiros e equipes.

É essa jornada que torna reconhecimentos como este ainda mais significativos: eles valorizam uma liderança, mas também revelam a força de uma cultura em movimento.

Apoie essa jornada da Matec

A votação da pesquisa CEOs e RHs Mais Admirados 2026 está aberta, e todos podem apoiar Ana Rodrigues nesta etapa.

Se você acredita nessa jornada de cultura, liderança e desenvolvimento que estamos construindo juntos, participe da votação.

Vote na Ana Rodrigues:
acessar link de votação

Na Matec, grandes resultados começam pelas pessoas. E é com elas que seguimos fortalecendo uma empresa mais preparada, humana e conectada ao futuro.

 

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26 de junho de 2026  

Matec na China: inovação e infraestrutura global

Matec na China: uma imersão internacional para antecipar tendências da construção e da infraestrutura

Em uma imersão internacional pela China e Macau, a liderança da Matec acompanhou referências globais em infraestrutura, construção industrializada, novos materiais, smart cities, sustentabilidade e tecnologias capazes de gerar valor para obras de alta complexidade no Brasil.

Recentemente, a Matec realizou uma imersão internacional na China e em Macau com foco em inovação, infraestrutura, construção industrializada, novos materiais, cidades inteligentes, eficiência produtiva e oportunidades de conexão com referências globais do setor.

A agenda contou com a participação de Marcela Milano, Vice-Presidente da Matec, Pedro Ivo Oliveira, Head de Novos Negócios, e Jessica Franco, Head de Propostas e Engenharia. A presença da liderança nessa jornada reforçou o compromisso da empresa em ampliar repertório, antecipar tendências, otimizar a cadeia de suprimentos e identificar soluções que possam gerar valor real para os negócios dos clientes no Brasil.

“A busca contínua por inovação e excelência em obras de alta complexidade faz parte do DNA da Matec Engenharia”, destaca Pedro Ivo Souza de Oliveira, Head de Novos Negócios da Matec.

A imersão representou um movimento estratégico da Matec para observar de perto como diferentes mercados estão conectando engenharia, indústria, tecnologia, sustentabilidade, produtividade e eficiência na construção do futuro.

Macau: infraestrutura, inovação e conexões globais

A jornada teve início em Macau, durante o 17.º IIICF, International Infrastructure Investment and Construction Forum & Exhibition, um dos grandes encontros globais sobre infraestrutura, inovação e conectividade.

O evento reuniu autoridades governamentais, lideranças, empresas e especialistas de diferentes países para discutir os caminhos da infraestrutura mundial. As pautas passaram por digitalização, eletrificação, sustentabilidade, eficiência, novos modelos de negócio, tecnologia aplicada e integração entre mercados.

Para a Matec, participar desse ambiente foi uma oportunidade de acompanhar discussões estratégicas, ampliar conexões internacionais e mapear tendências que dialogam diretamente com os projetos de alta complexidade desenvolvidos pela empresa no Brasil, especialmente nos segmentos de indústrias, hospitais, missões críticas, logística e grandes equipamentos urbanos.

“As discussões e exposições orbitaram fortemente em torno da eletrificação e da sustentabilidade na construção civil”, afirma Pedro Ivo, ao comentar a participação da Matec no IIICF, em Macau.

Essa presença também se conectou diretamente ao ecossistema Connect, que traduz a forma como a Matec integra pessoas, tecnologia, dados, processos e colaboração para gerar mais valor em cada projeto.

Cadeia de suprimentos: eficiência, tecnologia e qualidade global

Seguindo a imersão na China, a equipe Matec visitou importantes polos industriais, incluindo regiões reconhecidas pela alta capacidade produtiva, desenvolvimento de materiais e excelência em manufatura.

Em Yongkang, na província de Zhejiang, uma das grandes referências globais na fabricação de portas, esquadrias de segurança, portas blindadas e soluções de proteção, a comitiva conheceu de perto processos produtivos, tecnologias aplicadas, materiais e controles de qualidade voltados a construções comerciais, hospitalares e residenciais.

Durante a visita, a equipe observou linhas de produção altamente eficientes, com processos capazes de transformar bobinas de aço em portas semiprontas em poucos segundos, combinando precisão industrial, escala produtiva e rigor técnico.

“Em uma das visitas técnicas, observamos uma linha de produção capaz de transformar uma bobina de aço em uma porta semipronta em apenas 24 segundos, garantindo altíssima precisão e um rigoroso controle de qualidade global”, conta Pedro Ivo.

O objetivo foi além de conhecer produtos. A equipe buscou entender como a indústria organiza sua produção, controla padrões técnicos, garante qualidade global e desenvolve soluções que podem fazer sentido para a realidade das obras no Brasil.

Essa aproximação com fornecedores, materiais e processos internacionais ampliou o olhar da Matec sobre possibilidades de parceria e inovação aplicada, sempre com foco em soluções que possam agregar segurança, qualidade, eficiência e valor aos empreendimentos.

Estruturas metálicas: precisão, escala e construção industrializada

Outro ponto importante da agenda foi a visita a uma referência global em estruturas metálicas e construção industrializada.

A equipe acompanhou processos de fabricação de estruturas em aço, automação aplicada à produção, controle técnico e capacidade fabril voltada a soluções para edifícios altos, obras industriais, grandes vãos e empreendimentos de alta complexidade.

A escala produtiva observada mostrou como a integração entre engenharia, indústria e tecnologia pode ampliar a precisão, reduzir incertezas e trazer mais previsibilidade para projetos que exigem desempenho técnico, velocidade de resposta e viabilidade comercial.

“Conhecer plantas fabris com capacidade de produção de até 22.000 toneladas por mês abre um leque de possibilidades para pensar cronograma, viabilidade comercial e soluções para projetos de grandes vãos e edificações verticais”, ressalta Pedro Ivo.

De edifícios altos a grandes equipamentos urbanos e industriais, o aço se apresentou como uma solução estratégica para construir com escala, eficiência e visão de futuro.

Para a Matec, esse contato reforçou a importância de acompanhar tecnologias construtivas capazes de qualificar o planejamento, transformar a execução e ampliar a capacidade de resposta das obras.

Xiang’an: uma cidade inteligente como referência para o futuro urbano

A imersão também incluiu a visita à Cidade Inteligente de Xiang’an, em Xiamen, na província de Fujian. Reconhecida como uma referência em urbanização inteligente, Xiang’an combina planejamento urbano, sustentabilidade, infraestrutura digital e inovação tecnológica.

Diferente de regiões que crescem de forma orgânica, Xiang’an foi planejada para integrar moradia, comércio, serviços públicos, transporte, áreas verdes e infraestrutura digital desde a sua concepção.

A cidade utiliza recursos como sensores IoT, Big Data, Inteligência Artificial, redes de comunicação de alta velocidade e centros de controle urbano para monitorar trânsito, iluminação pública, consumo de energia, segurança e serviços urbanos em tempo real.

Na mobilidade, a região foi conectada ao restante de Xiamen por grandes obras de infraestrutura, incluindo o Túnel Submarino Xiang’an, que contribuiu para reduzir o tempo de deslocamento até o centro urbano.

Além disso, o distrito abriga parques tecnológicos, fábricas inteligentes, centros de pesquisa ligados à Universidade de Xiamen e empresas de eletrônicos avançados, displays, IA e robótica. A região vem sendo posicionada como um polo de manufatura avançada e inovação tecnológica.

Construção, dados e operação urbana conectada

Para o setor de engenharia e construção, Xiang’an é uma referência importante porque mostra como projeto, construção e operação podem ser pensados de forma integrada.

O uso de BIM em larga escala, Gêmeos Digitais, gestão urbana baseada em dados e infraestrutura preparada para IA e IoT desde a concepção aponta para uma nova forma de planejar cidades, bairros, empreendimentos e grandes equipamentos urbanos.

“A experiência mostrou, na prática, como BIM, Gêmeos Digitais e dados em tempo real podem materializar uma visão de longo prazo para cidades, empreendimentos e grandes infraestruturas”, comenta Pedro Ivo.

A sustentabilidade também ocupa um papel central no projeto, com foco em construções verdes, eficiência energética, gestão inteligente de recursos hídricos, redução de emissões de carbono, áreas verdes e corredores ecológicos.

A comitiva também acompanhou referências em construção 3D, automação e soluções aplicadas a edificações comerciais e equipamentos urbanos, reforçando como a tecnologia pode transformar não apenas a execução das obras, mas também a operação dos espaços depois da entrega.

Para a Matec, conhecer esse modelo de perto ampliou o repertório sobre cidades inteligentes, infraestrutura digital e soluções que conectam construção, operação, tecnologia e qualidade de vida.

Power China: infraestrutura em escala global

A equipe Matec também visitou a sede da Power China, uma das grandes referências internacionais em infraestrutura.

A visita contribuiu para ampliar a visão sobre grandes projetos, capacidade técnica, integração entre engenharia e tecnologia e formas de atuação em escala global.

Esse contato reforçou a importância de acompanhar empresas e iniciativas que influenciam o futuro da infraestrutura mundial, especialmente em um momento em que o setor exige mais eficiência, sustentabilidade, digitalização, colaboração entre mercados e visão estratégica sobre a cadeia de suprimentos.

Inovação que se conecta à realidade dos clientes

A imersão da Matec na China e em Macau reforçou um movimento essencial para a empresa: buscar referências internacionais, antecipar tendências e transformar conhecimento em soluções aplicáveis à realidade das obras brasileiras.

Novos materiais, tecnologias sustentáveis, digitalização inteligente, construção industrializada, cidades conectadas, estruturas metálicas, soluções de proteção, automação, construção 3D e modelos de eficiência fizeram parte dessa jornada de aprendizado e conexão.

Esse olhar para o futuro faz parte da forma como a Matec atua. A empresa segue em constante movimento para identificar soluções à frente do mercado, ampliar sua capacidade técnica, fortalecer parcerias globais e oferecer aos clientes alternativas cada vez mais inteligentes, eficientes e alinhadas aos desafios da construção contemporânea.

“Essa expedição reforça nosso compromisso com o Jeito Matec: integrar inteligência construtiva, parcerias globais de alto nível e tecnologias de performance para entregar projetos únicos aos nossos clientes no Brasil”, finaliza Pedro Ivo.

Na Matec, inovação não é apenas acompanhar tendências. É buscar, testar, conectar e transformar conhecimento em valor para construir obras cada vez mais preparadas, eficientes e incríveis.

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8 de junho de 2026  

Lean Construction na engenharia: o jeito Matec de construir

Lean Construction e o jeito Matec de construir

Como a lógica Lean fortalece o planejamento, aproxima a engenharia do campo e amplia a capacidade de adaptação ao longo da obra.

A construção civil vive um cenário cada vez mais dinâmico. Projetos evoluem simultaneamente à execução, as cadeias estão mais pressionadas e as decisões precisam acontecer com mais integração entre engenharia, suprimentos, planejamento e produção.

Nesse contexto, o Lean Construction fortalece uma operação mais preparada para responder às variabilidades da obra, com maior coordenação, visibilidade operacional e capacidade de adaptação.

Na obra da All Wert, a Matec iniciou a implementação dessas práticas com foco na integração entre planejamento de longo, médio e curto prazo, na construção colaborativa do plano de ataque junto às equipes de produção, no acompanhamento estruturado das restrições com horizontes de semanas à frente e no plano diário de execução.

A lógica Lean aplicada à construção amplia a conexão entre planejamento e campo, melhora a estabilidade dos fluxos, reduz interferências entre frentes e fortalece a confiabilidade da produção ao longo da obra.

Em um ambiente cada vez mais complexo, a resiliência operacional passa diretamente pela capacidade de reorganizar fluxos, antecipar impactos e responder rapidamente às mudanças sem perder eficiência executiva.

Esse movimento conversa diretamente com atributos presentes no jeito Matec de construir: protagonismo técnico, integração entre disciplinas e engenharia conectada à realidade da operação.

Andrea Juste
Gerente de PMO, na Matec.

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3 de junho de 2026  

IA, BIM e o futuro da engenharia

Inteligência Artificial, BIM e o futuro da engenharia

Como a convergência entre Inteligência Artificial, BIM e conhecimento técnico amplia a capacidade de análise, decisão e inovação na engenharia.

por Pedro Paulo França | Coordenador de Propostas e Planejamento, na Matec.

A Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa futurista, presente nas narrativas centrais de obras de ficção científica, para se consolidar como parte da rotina de empresas e profissionais de praticamente todos os setores, influenciando a forma como nos comunicamos, trabalhamos e tomamos decisões.

Na engenharia, essa transformação encontra um mercado que já vinha evoluindo com o uso do BIM e de softwares que permitem construir virtualmente, prever interferências, mitigar riscos e antecipar tomadas de decisão, garantindo maior produtividade, assertividade e otimização de sistemas.

A Inteligência Artificial surge como um novo passo nessa evolução. Quando associada a modelos BIM bem estruturados, ela amplia a capacidade de análise e aproveitamento das informações geradas ao longo do desenvolvimento dos empreendimentos. O modelo deixa de ser apenas um repositório de informações e passa a servir como uma base consistente para análises, simulações e tomada de decisão.

A combinação da Technical AI com a Generative AI, impulsionada pelo Design Generativo, muda a dinâmica de como projetamos. Atividades que antes exigiam inúmeras iterações manuais podem ser executadas em uma fração do tempo, permitindo avaliar rapidamente diferentes alternativas. Em vez de analisar poucas opções, torna-se possível comparar dezenas ou até centenas de cenários, considerando simultaneamente critérios como custo, desempenho, sustentabilidade, construtibilidade e operação.

Mas existe um ponto que costuma ser negligenciado nas discussões sobre o tema: a qualidade da informação. Nenhum modelo de IA é melhor do que os dados que recebe. Processos bem definidos, padronização e governança continuam sendo elementos fundamentais para garantir resultados confiáveis. Sem essa estrutura, a tecnologia apenas reproduz erros em uma velocidade maior.

Outro aspecto que vem se tornando evidente é a limitação das soluções disponíveis no mercado. Embora sejam importantes para democratizar o acesso à tecnologia, os maiores ganhos tendem a surgir quando as ferramentas são adaptadas às necessidades específicas de cada empresa e de cada processo. Nesse contexto, cresce o uso de agentes especializados trabalhando em conjunto com mecanismos de validação capazes de conferir maior segurança aos resultados produzidos.

Mesmo com todos os avanços, a responsabilidade técnica continua sendo humana. A IA é capaz de acelerar análises, organizar informações e apoiar decisões, mas ainda depende de profissionais que compreendam o contexto, validem resultados e assumam a responsabilidade pelas escolhas realizadas.

O futuro da engenharia provavelmente será construído pela convergência entre conhecimento técnico, programação e Inteligência Artificial. Mais do que dominar ferramentas, será necessário saber estruturar problemas, interpretar dados e direcionar a tecnologia para objetivos concretos. A IA não substitui a engenharia; ela amplia sua capacidade de atuação e abre espaço para soluções mais eficientes, seguras e inovadoras.

Pedro Paulo França
Coordenador de Propostas e Planejamento, na Matec.

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29 de maio de 2026  

Semana da Inovação Matec conecta cultura, IA, aprendizado contínuo e Lean Construction

Semana da Inovação Matec conecta cultura, IA, aprendizado contínuo e Lean Construction

Com o início do #VemSerConnect, a programação aproximou pessoas, tecnologia, obra e gestão para fortalecer a cultura de inovação na Matec.

A inovação ganha força quando conhecimento, obra e cultura se conectam. Foi com esse olhar que a Semana da Inovação Matec reuniu colaboradores em uma programação criada para ampliar repertório, provocar novas ideias e aproximar tecnologia, gestão e prática.

A iniciativa também deu início ao #VemSerConnect, programa que reforça o CONNECT como uma forma de aproximar pessoas, áreas, ideias e soluções para construir um jeito cada vez mais inteligente de trabalhar. Ao longo da semana, quatro temas conduziram os encontros: Cultura de Inovação, Lifelong Learning, IA Generativa aplicada à gestão de obras e Lean Construction.

Temas diferentes, mas conectados por um mesmo objetivo: fortalecer a forma Matec de pensar, planejar, executar e evoluir.

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Cultura de inovação: ideias que precisam virar ação

A abertura aconteceu no dia 27 de abril, com a palestra Cultura de Inovação, conduzida por Luiz Augusto Milano, CEO da Matec. O encontro trouxe uma mensagem direta: inovação não se limita à tecnologia. Ela também aparece quando o time sai do automático, questiona processos, busca caminhos alternativos e transforma boas ideias em ações aplicáveis.

Durante a palestra, Luiz Augusto reforçou a importância de simplificar processos, melhorar aquilo que já existe, planejar com antecedência e gerar resultados mensuráveis. A frase que sintetizou o encontro foi: “Que as palavras se tornem ações.”

Na prática, esse pensamento conversa diretamente com o jeito Matec de construir: com colaboração, previsibilidade, eficiência e participação ativa das pessoas. A inovação, nesse contexto, aparece nas decisões que melhoram processos, nas trocas entre áreas e na busca constante por soluções mais inteligentes.

Lifelong Learning: aprender para continuar evoluindo

No dia 30 de abril, Ana Karina Rodrigues, Diretora de Gente e Gestão da Matec, conduziu a palestra sobre Lifelong Learning, conceito ligado ao aprendizado contínuo. Em um mercado em constante transformação, aprender deixou de ser uma etapa pontual da carreira e passou a ser uma competência essencial para acompanhar novas tecnologias, métodos, desafios e formas de trabalho.

O encontro também trouxe a reflexão sobre o ciclo de aprender, desaprender e reaprender. Para a engenharia, essa ideia faz muito sentido. Novos métodos construtivos, ferramentas digitais, práticas de gestão e demandas do mercado pedem profissionais cada vez mais curiosos, adaptáveis e preparados.

A palestra contou ainda com dinâmicas práticas, microações diárias e rituais de estudo possíveis de serem aplicados no dia a dia. Ao final, os participantes assumiram um Pacto de Aprendizagem, com compromissos para os 30 dias seguintes, incentivando gestores e equipes a manterem o tema vivo depois do encontro.

IA Generativa: tecnologia como copiloto da produtividade

A terceira palestra aconteceu no dia 7 de maio e trouxe o tema IA Generativa na prática para gestão de obras. Durante o encontro, a inteligência artificial foi apresentada de forma simples e aplicável: uma ferramenta de apoio para organizar informações, estruturar ideias, criar diretrizes, otimizar tempo e apoiar diferentes processos da engenharia.

A IA Generativa foi posicionada como um copiloto de produtividade, capaz de contribuir para a produção de materiais mais claros, para o refinamento de conhecimentos táticos e para a melhoria da organização das informações voltadas aos canteiros de obras.

A palestra também mostrou o uso de prompts estruturados, roteirização inteligente e ferramentas ágeis, além de reforçar um cuidado essencial: o uso responsável da tecnologia, especialmente quando envolve dados sensíveis e informações estratégicas. Para a Matec, tecnologia precisa ter utilidade real. Precisa simplificar, aproximar e melhorar decisões.

Lean Construction: mais fluxo, menos desperdício invisível

Encerrando a programação, no dia 14 de maio, a Semana da Inovação trouxe uma palestra sobre Lean Construction, com foco em eficiência, tomada de decisão e melhoria do fluxo nas obras. O Lean foi apresentado como uma forma de pensar o trabalho com mais continuidade, previsibilidade e integração entre etapas.

Na obra, cada atividade depende da anterior e impacta a seguinte. Por isso, quando o fluxo melhora, o desempenho geral também melhora. A palestra destacou ainda que o planejamento ganha força quando conta com a participação de quem executa, aproximando gestão e campo para reduzir perdas que nem sempre aparecem de forma óbvia.

No canteiro, desperdício não está apenas no entulho ou no material descartado. Também está nas esperas, nos deslocamentos desnecessários, nos retrabalhos, nas falhas de comunicação e nas decisões tardias. Ao olhar para esses desperdícios invisíveis, o Lean contribui para uma gestão de obras mais inteligente, eficiente e conectada ao valor entregue ao cliente.

#VemSerConnect: inovação como cultura viva

A Semana da Inovação Matec reforçou uma ideia central: o CONNECT vai além de uma metodologia. Ele representa uma forma de aproximar pessoas, áreas, ideias e soluções para fortalecer uma engenharia mais colaborativa, inteligente e preparada para os desafios do mercado.

Cultura de inovação, aprendizado contínuo, inteligência artificial e Lean Construction se conectam nesse mesmo caminho. Um caminho feito por times curiosos, colaborativos e protagonistas, em que a inovação se fortalece quando circula entre pessoas e ganha consistência quando chega à prática.

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