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23 de outubro de 2025  

FAT na prática: visita técnica da Matec à Atlas Copco

FAT na prática: visita técnica da Matec à Atlas Copco

A equipe da Matec realizou o FAT — Factory Acceptance Test (Teste de Aceitação em Fábrica) de um gerador diesel 1100 kVA na Atlas Copco.

O objetivo central foi validar desempenho, segurança e documentação antes do embarque para a obra em Cabo de Santo Agostinho (PE).

Essa etapa integra o nosso Plano de Comissionamento, garantindo que o equipamento chegue à obra com rastreabilidade completa e pronto para instalação e testes em campo.

Por que fazemos FAT
O FAT confirma, ainda em fábrica, que o equipamento atende às especificações de projeto, às normas aplicáveis e aos requisitos operacionais do cliente.

Ao aprovar tudo antes do envio, reduzimos retrabalhos, mitigamos riscos de integração, encurtamos prazos de comissionamento e elevamos a previsibilidade da partida em obra.

Objetivos da visita técnica (FAT)
1. Validar conformidade técnica e normativa: Comprovar, em fábrica, que o gerador 1100 kVA atende às especificações do projeto, normas e requisitos de segurança e continuidade operacional.

2. Antecipar riscos e reduzir retrabalhos: Identificar e tratar desvios (mecânicos, elétricos, de controle e documentação) antes da instalação em obra.

3. Demonstrar desempenho em condições reais: Ensaiar em banco de carga 0/25/50/75/100% para confirmar estabilidade de tensão e frequência, resposta a transientes, eficiência do motor, temperaturas e consumo/emissões.

4. Certificar integridade mecânica e estanqueidade: Verificar fixações, alinhamento motor–alternador, ventilação, suportes/coxims e ausência de vazamentos.

5. Avaliar sistemas de controle e proteção: Testar automações (AMF/ATS), intertravamentos, alarmes e trips, garantindo resposta correta do controlador e do AVR.

6. Comprovar níveis de ruído e vibração aceitáveis: Medir ruído [dB(A)] e vibração (RMS) nos pontos definidos, assegurando conforto operacional e integridade mecânica.

7. Auditar documentação e rastreabilidade: Consolidar manuais, certificados, relatórios, diagramas e lista de sobressalentes em um dossiê de FAT completo.

8. Confirmar requisitos operacionais do cliente: Validar autonomia com tanque de base de 1.600 L, interfaces de comando, sinalizações e integrações.

9. Alinhar integrações e logística de campo: Fechar pontos de instalação, interligações elétricas/automação e cronograma de embarque/entrega para o SAT em obra.

10. Formalizar aceite e liberações: Registrar evidências, tratar punch list (se houver) e liberar o embarque com critérios de aceitação aprovados.

Resultado esperado: sair de fábrica com desempenho, segurança e documentação validados, riscos mitigados e condições preparadas para instalação e comissionamento previsíveis em Cabo de Santo Agostinho (PE).

O que é diligenciamento (na Matec)
Chamamos de diligenciamento o acompanhamento técnico e documental:

definimos requisitos técnicos, normas aplicáveis e critérios de aceitação do equipamento e do processo.

formalizamos a compra com o fornecedor, alinhando escopo, prazos, garantias e documentação.

o fornecedor traduz a especificação em desenhos, memoriais e plano de fabricação; fazemos as revisões necessárias.

aprovação formal para iniciar a fabricação, com checagem de insumos e plano de controle de qualidade.

validamos desempenho, segurança e conformidade ainda na fábrica, emitindo relatórios de ensaio.

conferência final e autorização para envio, com documentação técnica e de transporte organizada.

recebimento técnico no canteiro, conferência de itens e condições de chegada antes do armazenamento/instalação.

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Escopo do FAT — Gerador 1100 kVA (Atlas Copco)

confirma integridade, identificação e segurança antes de qualquer energização.

assegura rigidez, estanqueidade e ventilação.

valida a saúde dos enrolamentos e do sistema de excitação/AVR.

comprova partida segura e funcionamento estável sem carga.

valida capacidade, estabilidade e eficiência sob regime nominal e transientes.

garante automação, proteções e intertravamentos.

confirma conforto operacional e integridade mecânica.

garante rastreabilidade e segurança de uso/manutenção.

Por que Atlas Copco
A Atlas Copco é referência em qualidade, eficiência e confiabilidade, atributos essenciais para ativos críticos em plantas industriais. O rigor de testes e a experiência do fabricante elevam a previsibilidade de performance em campo.

Estamos, inclusive, orçando a nova fábrica da Atlas Copco em Itu (SP), reforçando essa colaboração técnica.

FAT bem executado é sinônimo de segurança, disponibilidade e desempenho sob controle. Ao integrar diligenciamento + comissionamento, a Matec assegura que cada equipamento crítico (como o gerador 1100 kVA da Atlas Copco) chegue à obra pronto para cumprir seu papel: manter a operação contínua.

Juntos construímos obras incríveis! Juntos somos #connect.

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30 de junho de 2025 No Comments  

Matec discute Reforma Tributária em reunião com SindusCon-SP e CBIC sobre construção industrial

Matec participa de reunião com SindusCon-SP e CBIC sobre os impactos da Reforma Tributária na construção industrial

Marcela Milano, vice-presidente da Matec, coordena grupo de trabalho e lidera discussões estratégicas para preparar o setor para as mudanças tributárias.

No dia 25 de junho, a Matec Engenharia participou ativamente da reunião conjunta entre o Comitê de Obras Industriais (COI) do SindusCon-SP e o Comitê de Obras Industriais e Corporativas (Coic) da CBIC.

Representando a empresa, Marcela Milano, vice-presidente da Matec, conduziu parte do encontro como coordenadora do Grupo de Trabalho (GT) de Reforma Tributária, reforçando o compromisso da empresa com a construção de um setor mais preparado, técnico e eficiente.

O encontro teve como objetivo principal analisar os impactos da reforma tributária no setor da construção industrial, com ênfase na transição entre os regimes fiscais, na adequação de contratos e na importância de preparar toda a cadeia de fornecedores.

Um posicionamento estratégico da Matec

Durante sua fala, Marcela Milano destacou a necessidade de ampliar a discussão sobre a reforma tributária para além do campo contábil, integrando também áreas como orçamento, suprimentos e comercial. Ela também sugeriu a inclusão de cláusulas contratuais que permitam revisões em função de alterações significativas geradas pela reforma, especialmente para obras com execução a partir de 2026.

“A correta gestão dos créditos tributários vai exigir uma governança sólida não só das construtoras, mas também dos fornecedores. Precisamos nos preparar como cadeia produtiva”, reforçou Marcela.

Marcela também explicou que a atuação do GT de Reforma Tributária do SindusCon-SP complementa os trabalhos da CBIC.

Enquanto o foco da CBIC está nas grandes indústrias, como óleo e gás, o COI foca em obras industriais médias e leves, setores que ainda não contam com índices nacionais de custos próprios, pauta que será prioridade no comitê.

Projetos e cuidados para a transição

Tiago Rossi, coordenador do COI, destacou os projetos estratégicos do comitê, incluindo:

  • Criação de índices nacionais de custos da construção não residencial;
  • Participação da CBIC nos grupos de trabalho técnico;
  • Planejamento para apoiar as empresas durante a transição tributária.

Rodrigo Giarola, coordenador jurídico do SindusCon-SP, alertou para a importância de compreender bem cada etapa da reforma, especialmente no que se refere à reprecificação de contratos e à separação entre prestação de serviços e aquisição de mercadorias.

Fernando Guedes, presidente executivo da CBIC, reforçou que a reforma prevê regras específicas para consórcios, sociedades de propósito específico (SPEs) e sociedades em conta de participação (SCPs), além de benefícios fiscais para projetos enquadrados em regimes especiais de desenvolvimento.

Também mencionou que contratos de obras públicas poderão ser recompostos, desde que os pleitos sejam formalizados em até 90 dias após as mudanças entrarem em vigor.

A presença da Matec Engenharia nessa discussão reforça o compromisso da empresa com a inovação, a responsabilidade técnica e o preparo diante das transformações que moldam o futuro da engenharia.

Seguiremos atuando com inteligência e protagonismo, lado a lado com as principais entidades do setor.

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23 de maio de 2025 No Comments  

VP da Matec, Marcela Milano, lidera GT de Reforma Tributária no SindusCon-SP

Marcela Milano, VP da Matec, participa da 1ª plenária do Comitê de Obras Industriais do SindusCon-SP e assume coordenação de GT sobre Reforma Tributária

Na última quarta-feira, 21 de maio, Marcela Milano, vice-presidente da Matec Engenharia, participou da primeira reunião plenária do recém-criado Comitê de Obras Industriais (COI) do SindusCon-SP, do qual é membro atuante.

O encontro marcou um novo momento de articulação estratégica para o setor de obras industriais e reforçou o protagonismo da Matec nos temas mais relevantes da engenharia nacional.

Diretrizes para o futuro das obras industriais

Conduzida por Tiago Rossi e Fábio Pezutto, a reunião inaugural traçou diretrizes importantes para os trabalhos do comitê, como a definição de pautas exclusivas do segmento industrial, abordando sustentabilidade, custos de construção, inovação e os impactos da Reforma Tributária.

Liderança de Marcela Milano no Grupo de Trabalho

Marcela Milano foi indicada para coordenar o Grupo de Trabalho (GT) que acompanhará os desdobramentos da Reforma Tributária no setor. A criação do GT reforça o compromisso da Matec com uma engenharia mais estratégica e preparada para os novos cenários fiscais e regulatórios que se aproximam.

Presença confirmada no Roadshow COIC 2025

Durante o encontro, também foi confirmada a participação do COI na 13ª edição do Roadshow COIC, promovido pela CBIC, que ocorrerá em 25 de junho no campus São Paulo da Fundação Dom Cabral.

O evento discutirá temas como valorização da engenharia, gestão compartilhada e leitura estratégica do mercado.

Inovação e sustentabilidade como pauta central

A plenária contou ainda com apresentações sobre ferramentas sustentáveis, como a calculadora de emissões de carbono (CCarbon) e o projeto da futura calculadora de pegada hídrica. Iniciativas que, além de promoverem boas práticas ambientais, oferecem indicadores relevantes para o avanço sustentável das obras industriais.

Avanços técnicos para mensurar o setor

Também foi destacada a necessidade de criação de um índice específico para mensurar os custos das obras industriais, fortalecendo a base técnica do comitê e promovendo mais precisão nas análises e decisões do setor.

Compromisso contínuo com a transformação da engenharia

Com sua atuação ativa e estratégica, Marcela Milano fortalece a presença da Matec em espaços de referência da engenharia e reforça nosso compromisso em transformar o setor industrial com inteligência, responsabilidade e inovação.

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