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25 de agosto de 2026  

Da fábrica ao canteiro: a jornada dos chillers do Hospital Unimed Jundiaí

Da fábrica ao canteiro: a jornada dos chillers do Hospital Unimed Jundiaí

Antes de um equipamento chegar ao canteiro, muita engenharia já aconteceu. No Hospital Unimed Jundiaí, dois chillers Carrier de 225 TR cada ajudam a mostrar isso na prática.

Antes de serem içados e posicionados na obra, esses mesmos equipamentos já haviam sido acompanhados pelo time de Instalações da Matec na fábrica da Carrier, durante o TAF/FAT, o teste de aceitação realizado antes do envio.

Primeiro, os testes em fábrica. Depois, a chegada à obra. Agora, o içamento e posicionamento.

Etapas diferentes de um mesmo processo, que continua até a entrega final ao cliente.

O primeiro capítulo aconteceu na fábrica da Carrier

O trabalho com os dois chillers começou antes de eles chegarem ao Hospital Unimed Jundiaí.

Na fábrica da Carrier, o time de Instalações da Matec acompanhou o TAF/FAT dos equipamentos.

FAT é a sigla para Factory Acceptance Test, ou teste de aceitação em fábrica. É nessa etapa que a performance do equipamento pode ser testada, validada e documentada antes do envio para a obra.

Para os chillers do Hospital Unimed Jundiaí, esse acompanhamento faz parte do processo de diligenciamento e comissionamento dos equipamentos de climatização.

FAT de dois chillers Carrier de 225 TR para o Hospital Unimed Jundiaí_1
FAT de dois chillers Carrier de 225 TR _2
FAT de dois chillers Carrier de 225 TR para o Hospital Unimed Jundiaí_Matec ENGEHARIA_3
Matec engenharia FAT de dois chillers Carrier de 225 TR para o Hospital Unimed Jundiaí_4

Ao realizar essa verificação ainda na fábrica, é possível avançar para as próximas etapas com mais informação sobre os equipamentos, reduzir riscos antes do envio e contribuir para um start-up mais rápido e uma operação mais estável.

Ou seja: quando os chillers chegaram ao canteiro, sua história com a obra já havia começado.

Depois do FAT, a obra entra em cena

Com a etapa na Carrier concluída, os dois chillers seguiram para o Hospital Unimed Jundiaí.

No canteiro, chegou a vez de uma das operações mais visíveis dessa trajetória: o içamento e posicionamento dos equipamentos.

Colocar dois chillers de 225 TR em sua posição na obra exige planejamento, acompanhamento técnico e coordenação entre os profissionais envolvidos.

Nesta etapa, Matec, Rankine Engenharia e os demais profissionais trabalharam lado a lado para que a operação acontecesse com atenção à segurança, à qualidade e à sequência dos trabalhos.

Os mesmos chillers acompanhados na fábrica agora estavam no canteiro, prontos para uma nova fase.

Mas o içamento não encerra o processo. É mais uma etapa de uma jornada que continua até a entrega ao cliente.

Do FAT ao comissionamento: como essa jornada acontece?

Quando vemos um equipamento de grande porte sendo içado, é natural que esse momento concentre a atenção.

Só que há muito trabalho antes e depois dessa operação.

No processo de diligenciamento e comissionamento, diferentes etapas se sucedem até a entrega final ao cliente:

  • Especificação técnica
  • Aquisição
  • Projeto e fabricação
  • Inspeções e testes em fábrica
  • TAF/FAT
  • Entrega e instalação
  • Testes funcionais
  • Comissionamento e testes em obra
  • Documentação técnica
  • Treinamento e operação assistida
  • Entrega final ao cliente

O importante é não olhar para esses momentos de forma isolada.

O que foi acompanhado na fábrica leva informação para a obra. A instalação prepara os testes seguintes. E cada nova etapa dá continuidade ao trabalho que começou antes mesmo de o equipamento chegar ao canteiro.

O que é diligenciamento de equipamentos?

O diligenciamento faz parte do acompanhamento técnico do equipamento ao longo do processo de fornecimento.

No caso dos chillers do Hospital Unimed Jundiaí, uma dessas etapas foi o acompanhamento realizado ainda na fábrica da Carrier durante o FAT.

A lógica é antecipar.

Em vez de concentrar todas as verificações depois que o equipamento chega ao canteiro, parte desse acompanhamento acontece antes.

Isso permite que mais informações cheguem com o equipamento à obra e que o acompanhamento técnico tenha continuidade nas fases seguintes.

Quando falamos de equipamentos importantes para a operação de um hospital, esse cuidado ganha ainda mais relevância.

E onde entra o comissionamento?

O comissionamento acompanha as etapas que levam o equipamento e o sistema até sua preparação para a entrega e a operação.

Por isso, o trabalho com os chillers não termina quando eles chegam à posição definitiva na obra.

Depois do içamento, a sequência ainda contempla:

  • Instalação
  • Testes funcionais
  • Comissionamento e testes em obra
  • Documentação técnica
  • Treinamento
  • Operação assistida
  • Entrega final ao cliente

O FAT foi uma parte dessa história. O içamento, outra.

E o trabalho continua nas próximas etapas, até que esses equipamentos estejam preparados para a operação.

Em um hospital, climatização vai muito além do conforto

Sistemas de climatização têm uma função especialmente importante em ambientes hospitalares.

Nesse contexto, climatização envolve eficiência, segurança, confiabilidade e continuidade.

Por isso, o cuidado com os equipamentos não começa apenas quando eles entram em funcionamento.

Ele passa pela especificação, fabricação, testes, chegada à obra, instalação e comissionamento.

Quando essas etapas são acompanhadas de perto, a equipe chega às fases seguintes com mais informação e consegue manter o trabalho alinhado ao que o projeto e o cliente precisam.

Trabalhar conectado é fazer uma etapa conversar com a próxima

A trajetória desses dois chillers também ajuda a mostrar como o Connect acontece na prática na Matec.

Na fábrica, o time de Instalações acompanha os equipamentos durante o FAT. No canteiro, outros profissionais e parceiros se somam ao trabalho nas etapas de chegada, içamento, instalação e, depois, comissionamento.

Cada etapa pede conhecimentos diferentes. E é a troca entre essas pessoas que ajuda a levar aprendizados e informações de uma fase para a outra.

Para a Matec, trabalhar conectado passa por isso: aproximar equipes e parceiros, compartilhar o que cada um sabe e manter o cliente no centro das decisões.

O que foi acompanhado na Carrier continua fazendo parte do trabalho quando os equipamentos chegam ao canteiro. E o que acontece agora na obra prepara os próximos passos dessa entrega.

E a jornada dos chillers continua

Hoje, os dois chillers de 225 TR já passaram pelo FAT na fábrica da Carrier e pela etapa de içamento e posicionamento no Hospital Unimed Jundiaí.

Agora, o trabalho segue no canteiro.

Ainda virão instalação, testes funcionais, comissionamento e testes em obra, documentação técnica, treinamento e operação assistida até a entrega final ao cliente.

Do teste na fábrica ao içamento, já acompanhamos dois momentos importantes dessa trajetória.

Os próximos capítulos acontecem na obra.

Juntos, construímos obras incríveis! 

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6 de maio de 2020 No Comments  

Data Center: um negócio de que a Matec entende (e faz) bem!


 

Data Centers: um negócio de que a Matec entende (e faz) bem!

 
 

Nunca se falou tanto em tecnologia quanto atualmente. Por isso o Valor Econômico fez uma matéria, na semana passada, falando sobre Data Center. O nosso Diretor de Obras, Mauro Bisca, deu uma entrevista para o veículo contando um pouco sobre as especificidades na construção e funcionamento de um Data Center. Resolvemos compartilhar com vocês o conteúdo, na íntegra, porque tem muitas informações e dados interessantes.

Atualmente, a implantação de novos Data Centers está em franco crescimento, principalmente pelo uso de informações (Big Data), dados em nuvem e internet das coisas. Um Data Center bem projetado e construído preza por solidez, segurança, estanqueidade e redundância das instalações.

A Matec Engenharia tem grande experiência em Edificações de Missão Crítica e pode contribuir com os clientes desde a fase de Pré-Construção na escolha dos projetistas de instalações ou tropicalização de um projeto feito no exterior, além da elaboração dos projetos complementares (fundação, estrutura, impermeabilização, pisos, etc.), compatibilizando todas as disciplinas e formação do Budget do projeto.

Na fase de Construção a Matec agrega sua experiência de mais de 30 anos e está apta a executar todas as etapas do Data Center, desde a construção civil do shell até a compra e instalação de todos os equipamentos, garantindo a entrega no prazo e o padrão de qualidade requerido para este tipo de empreendimento.

A entrega da obra prevê o start-up, comissionamento e testes integrados de todos os equipamentos, instalações e automação, garantindo que o sistema está funcionando exatamente como os padrões definidos e requeridos no projeto.


 
LEIA ABAIXO A ÍNTEGRA DO ARTIGO, INFORMAÇÕES E CURIOSIDADES
 

Cada Data Center tem uma necessidade de consumo de energia diferente, por exemplo, que pode ser dividido (em termos percentuais) nos seguintes itens:

Climatização: ~ 45 % do consumo

Iluminação: ~ 3% do consumo

Conversão de energia: ~ 7% do consumo

Servidores e armazenamento de dados: ~32% do consumo

Hardware de Rede: ~13% do consumo

Ou seja, aproximadamente 55% do consumo será com Utilidades/ Instalações e 45% do consumo com Equipamentos de TI. A estimativa de carga dependerá da área destinada a racks e servidores e podem atingir até 40 MVA em Data Centers de grande porte. Para cada site deve ser calculada e dimensionada a carga de operação do Data Center. Na média temos de carga elétrica 2,1kW/m², ou seja, (2100 watts por metro quadrado) de área.

A carga elétrica vai depender da quantidade e tipo de equipamentos a serem implementados no Data Center, sendo que a carga térmica é calculada conforme a dissipação de calor de cada equipamento. Atualmente os equipamentos de TI estão cada vez mais compactos com a nanotecnologia e, com isso, dissipam muito calor, pois processam muita informação em um espaço físico muito pequeno.

Por isso, para determinar o local de instalação de um Data Center, por exemplo, são levados em conta vários fatores, tais como a disponibilidade de linhas de transmissão de fornecimento de energia em alta tensão ou capacidade da rede existente para atender a demanda; infraestrutura de concessionárias distribuidoras de água; infraestrutura de redes de fibras ópticas; acesso às rodovias; local sem vulnerabilidade e com baixíssimo risco um acidente (longe de aeroportos, usinas nucleares, e de áreas com histórico de desastres naturais); caraterísticas ambientais e climáticas e disponibilidade de mão de obra qualificada.

A depender do porte do Data Center, é possível que ele consuma uma quantidade de energia equivalente a um município de mais de cinquenta mil habitantes. As fontes de água são importantes para que sejam utilizadas para o sistema de arrefecimento dos equipamentos de ar condicionado, porém esse fornecimento pode ser substituído por poços artesianos. As quantidades de carga elétrica, carga térmica, consumo de água e capacidade de processamento são definidas com base na dimensão e uso do Data Center e dos equipamentos que serão implantados e suas características.

Normalmente a alimentação elétrica de um Data Center é feita por duas redes independentes, desde uma Subestação da concessionária local até o local de implantação do Data Center, sendo que essas redes são redundantes.

O fornecimento de energia do bairro ou cidade vizinha não é prejudicado, pois na fase de projetos e definição do local, uma das premissas é a consulta à concessionária da disponibilidade da demanda de consumo necessária para operação, sendo que em alguns casos obras complementares com novas linhas de transmissão ou extensões de rede são necessárias para atender à necessidade de consumo sem prejudicar a alimentação da vizinhança.

Estes investimentos feitos pelas concessionárias para atender a demanda dos Data Centers podem até beneficiar as cidades com atualização da rede elétrica local, seja pelas novas linhas de transmissão ou investimentos em novas subestações.

Como os Data Centers funcionam 24 horas por dia e 7 dias por semana, não podem parar de funcionar, sob o risco de perda de dados armazenados nos servidores, o que em casos de bancos e grandes corporações poderia causar um colapso no sistema financeiro ou na economia. Por isso as restrições de fornecimento de energia poderiam ser apenas em áreas administrativas do Data Center, mas nunca nas necessidades da operação.

Artigo escrito por Mauro Bisca, Diretor de Obras na Matec.

#MatecConnect #VemSerConnect #SempreComVocê

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