Da fábrica ao canteiro: a jornada dos chillers do Hospital Unimed Jundiaí
Antes de um equipamento chegar ao canteiro, muita engenharia já aconteceu. No Hospital Unimed Jundiaí, dois chillers Carrier de 225 TR cada ajudam a mostrar isso na prática.
Antes de serem içados e posicionados na obra, esses mesmos equipamentos já haviam sido acompanhados pelo time de Instalações da Matec na fábrica da Carrier, durante o TAF/FAT, o teste de aceitação realizado antes do envio.
Primeiro, os testes em fábrica. Depois, a chegada à obra. Agora, o içamento e posicionamento.
Etapas diferentes de um mesmo processo, que continua até a entrega final ao cliente.
O primeiro capítulo aconteceu na fábrica da Carrier
O trabalho com os dois chillers começou antes de eles chegarem ao Hospital Unimed Jundiaí.
Na fábrica da Carrier, o time de Instalações da Matec acompanhou o TAF/FAT dos equipamentos.
FAT é a sigla para Factory Acceptance Test, ou teste de aceitação em fábrica. É nessa etapa que a performance do equipamento pode ser testada, validada e documentada antes do envio para a obra.
Para os chillers do Hospital Unimed Jundiaí, esse acompanhamento faz parte do processo de diligenciamento e comissionamento dos equipamentos de climatização.




Ao realizar essa verificação ainda na fábrica, é possível avançar para as próximas etapas com mais informação sobre os equipamentos, reduzir riscos antes do envio e contribuir para um start-up mais rápido e uma operação mais estável.
Ou seja: quando os chillers chegaram ao canteiro, sua história com a obra já havia começado.
Depois do FAT, a obra entra em cena
Com a etapa na Carrier concluída, os dois chillers seguiram para o Hospital Unimed Jundiaí.
No canteiro, chegou a vez de uma das operações mais visíveis dessa trajetória: o içamento e posicionamento dos equipamentos.
Colocar dois chillers de 225 TR em sua posição na obra exige planejamento, acompanhamento técnico e coordenação entre os profissionais envolvidos.
Nesta etapa, Matec, Rankine Engenharia e os demais profissionais trabalharam lado a lado para que a operação acontecesse com atenção à segurança, à qualidade e à sequência dos trabalhos.
Os mesmos chillers acompanhados na fábrica agora estavam no canteiro, prontos para uma nova fase.
Mas o içamento não encerra o processo. É mais uma etapa de uma jornada que continua até a entrega ao cliente.
Do FAT ao comissionamento: como essa jornada acontece?
Quando vemos um equipamento de grande porte sendo içado, é natural que esse momento concentre a atenção.
Só que há muito trabalho antes e depois dessa operação.
No processo de diligenciamento e comissionamento, diferentes etapas se sucedem até a entrega final ao cliente:
- Especificação técnica
- Aquisição
- Projeto e fabricação
- Inspeções e testes em fábrica
- TAF/FAT
- Entrega e instalação
- Testes funcionais
- Comissionamento e testes em obra
- Documentação técnica
- Treinamento e operação assistida
- Entrega final ao cliente
O importante é não olhar para esses momentos de forma isolada.
O que foi acompanhado na fábrica leva informação para a obra. A instalação prepara os testes seguintes. E cada nova etapa dá continuidade ao trabalho que começou antes mesmo de o equipamento chegar ao canteiro.
O que é diligenciamento de equipamentos?
O diligenciamento faz parte do acompanhamento técnico do equipamento ao longo do processo de fornecimento.
No caso dos chillers do Hospital Unimed Jundiaí, uma dessas etapas foi o acompanhamento realizado ainda na fábrica da Carrier durante o FAT.
A lógica é antecipar.
Em vez de concentrar todas as verificações depois que o equipamento chega ao canteiro, parte desse acompanhamento acontece antes.
Isso permite que mais informações cheguem com o equipamento à obra e que o acompanhamento técnico tenha continuidade nas fases seguintes.
Quando falamos de equipamentos importantes para a operação de um hospital, esse cuidado ganha ainda mais relevância.
E onde entra o comissionamento?
O comissionamento acompanha as etapas que levam o equipamento e o sistema até sua preparação para a entrega e a operação.
Por isso, o trabalho com os chillers não termina quando eles chegam à posição definitiva na obra.
Depois do içamento, a sequência ainda contempla:
- Instalação
- Testes funcionais
- Comissionamento e testes em obra
- Documentação técnica
- Treinamento
- Operação assistida
- Entrega final ao cliente
O FAT foi uma parte dessa história. O içamento, outra.
E o trabalho continua nas próximas etapas, até que esses equipamentos estejam preparados para a operação.
Em um hospital, climatização vai muito além do conforto
Sistemas de climatização têm uma função especialmente importante em ambientes hospitalares.
Nesse contexto, climatização envolve eficiência, segurança, confiabilidade e continuidade.
Por isso, o cuidado com os equipamentos não começa apenas quando eles entram em funcionamento.
Ele passa pela especificação, fabricação, testes, chegada à obra, instalação e comissionamento.
Quando essas etapas são acompanhadas de perto, a equipe chega às fases seguintes com mais informação e consegue manter o trabalho alinhado ao que o projeto e o cliente precisam.
Trabalhar conectado é fazer uma etapa conversar com a próxima
A trajetória desses dois chillers também ajuda a mostrar como o Connect acontece na prática na Matec.
Na fábrica, o time de Instalações acompanha os equipamentos durante o FAT. No canteiro, outros profissionais e parceiros se somam ao trabalho nas etapas de chegada, içamento, instalação e, depois, comissionamento.
Cada etapa pede conhecimentos diferentes. E é a troca entre essas pessoas que ajuda a levar aprendizados e informações de uma fase para a outra.
Para a Matec, trabalhar conectado passa por isso: aproximar equipes e parceiros, compartilhar o que cada um sabe e manter o cliente no centro das decisões.
O que foi acompanhado na Carrier continua fazendo parte do trabalho quando os equipamentos chegam ao canteiro. E o que acontece agora na obra prepara os próximos passos dessa entrega.
E a jornada dos chillers continua
Hoje, os dois chillers de 225 TR já passaram pelo FAT na fábrica da Carrier e pela etapa de içamento e posicionamento no Hospital Unimed Jundiaí.
Agora, o trabalho segue no canteiro.
Ainda virão instalação, testes funcionais, comissionamento e testes em obra, documentação técnica, treinamento e operação assistida até a entrega final ao cliente.
Do teste na fábrica ao içamento, já acompanhamos dois momentos importantes dessa trajetória.
Os próximos capítulos acontecem na obra.
Juntos, construímos obras incríveis!
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Juntos construímos obras incríveis. Vem ser #Connect.